quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Vamos Refletir,,,


"As Vezes Pensamos Uma, Duas Ou Três Vezes Sobre Algo a Fazer, Mas Quando nos Decidimos Acontece de Perdermos Uma Oportunidade no Momento Que Pensamos Pela Primeira Vez. As Vezes o Impulso Émocional é o Melhor Caminho Em Vez de Ficarmos Pensando, Pensando, Pensando..."

Ablank Tarkkanus

Filha de Che Guevara convocou à Luta, União e Solidariedade Entre os Povos

Filha de Che Guevara Convocou à Luta, União e Solidariedade Entre os Povos

Aleida Guevara March era a conferencista mais aguardada na Casa Cuba 50º Aniversário, nesta quarta-feira 28, segundo dia do Fórum Social Mundial (FSM) 2009, na Universidade Federal do Pará. Filha de Ernesto Che Guevara falou sobre o “comandante” e os 50 anos da Revolução Cubana. Aleida afirmou que seu pai marcou um momento histórico para a América por viver as entranhas do continente. “Ele preveniu sobre este governo dos Estados Unidos contra a nossa América. A sua diferença de pensamento marcou a nossa atualidade”, afirmou.

Ao ler fragmentos dos discursos de José Martí, cultuado como grande mártir da independência do seu país e exemplo seguido pelos revolucionários, ela lembrou que muito mais que cubano, seu povo é americano. “Podemos recordar de Martí falando dele ou lembrando do dia em que caiu em combate pelo direito mais importante para um cubano em sua Constituição: a dignidade de ser humano, de viver nesta terra a diferença entre os povos”, convocou.

Para ela, a indignação não é suficiente para mudar a realidade. “Falta muito para termos esta dignidade, teremos que lutar para isso. No Brasil, homens honestos e mulheres valentes que lutam pela terra para produzir seguem o exemplo de Martí. Temos que nos juntar ao lado deles, não podemos deixá-los sozinhos. O que significa democracia? Significa poder do povo. E onde está este poder quando não se tem a solidariedade? Ainda não temos este poder”, alertou. Além de participar do FSM em Belém, Aleida participou de encontros com a Via Campesina, nos municípios paraenses de Marabá e Tucuruí, onde conheceu a hidrelétrica e projetos sociais.

A filha de Che ressaltou que um povo unido é convencido de conquistar seu sonho. “O que fazemos para impedir a guerra contínua de Israel contra o povo palestino?”, questionou, saudando o governo venezuelano por romper relações com Israel, em respeito aos massacrados. “Não à guerra! Governos vêm e vão, mas os povos são os mesmos, por isso precisamos ser solidários. Se hoje sou uma mulher socialmente útil não é porque sou filha de Che, mas porque me eduquei com meu povo e sou filha da Revolução Cubana”, emocionou-se.

Aleida pediu aos participantes do FSM que não tenham Che como ícone, “pois qualquer um pode se tornar um ser humano melhor e mais justo como nossos irmãos”, disse. Ela lembrou que o “comandante” da Revolução Cubana dava atenção especial aos jovens e às crianças, que, segundo ele, são a base da sociedade. “A juventude tem que ser forte, criativa e valente. Ela pode arrastar atrás de si as pessoas mais lentas e sossegadas. Vamos lutar, até quando? Até a vitória sempre!”, finalizou. A filha de Che comentou que, hoje, cinco homens cubanos encontram-se presos nos Estados Unidos pelo “delito” de defender a ida e a soberania do seu país.


FONTE: www.pa.gov.br


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Negros e indígenas fazem ritual de saudação na abertura do FSM

Galera, Transcrevo uma Noticia Oficial do FSM, lembro também que eu estou aqui no Fórum!!!!

Negros e indígenas fazem ritual de saudação na abertura do FSM

Antes da grande caminhada de abertura do Fórum Social Mundial (FSM) 2009, negros e indígenas fizeram uma saudação inicial aos participantes em ato sociopolítico, organizado pelo Centro de Estudos e Defesa do Negro no Pará (Cedenpa), Associação dos Filhos e Amigos do Ilê Uya (Alfaia) e Grupo de Trabalho do Índio. A manifestação ocorreu em palco armado na praça Pedro Teixeira, centro da capital do Pará, assistida por milhares de pessoas. Eles representaram a vinda do FSM da África para Amazônia, a despedida dos africanos e as boas vindas dos nativos.

“É uma cerimônia em homenagem à terra e às águas, em que invocamos as divindades africanas Omolu e Ogum, respectivamente, e Nanã, que representa a mistura harmônica. Como são divindades ancestrais fazem parte da criação do universo, na cosmovisão africana, da busca do eterno equilíbrio da diversidade”, afirmou Edson Catendê, coordenador da Alfaia. Zélia Amador de Deus, do Cedenpa, disse ainda que “negros e negras brasileiros são resultado do doloroso sequestro aos nossos povos no continente africano. Não brotamos no meio do oceano Atlântico. Nossos ancestrais são portadores de muita cultura e valores civilizatórios”.

No ritual afroreligioso, foram lidos poemas de líderes negros, como Nelson Mandela (África do Sul) e Amílcar Cabral (Guiné-Bissau). As cantoras Antónia Jimenez (Cuba), Agnez Ruiz (Catalúnia) e Cláudia Peniche (Brasil) saudaram os participantes com a música “Gracias a la vida”. Em seguida, teve o ato de transferência do FSM para os povos indígenas na Amazônia, “presente e futuro da humanidade”, debaixo de forte chuva que caiu em Belém. Os índios Tembé do município de Santa Maria do Pará marcaram presença. “Sem a nossa terra é difícil resgatar nossas raízes”, ressaltou Pina Tembé. Outras etnias do Pará, Amapá e Amazonas também estiveram representadas.

Para Alfredo Sfeir-Younis, coordenador do Instituto Zambuling para la Transformacion Humana, o FSM é um espaço público que reúne 100 mil pessoas, aproximadamente, visando a transformação não apenas do Estado. “Este é um momento histórico e cultural para o mundo, mas não só para economia. Ela está à falência. Hoje, não devemos pensar apenas em mudar governo, mas uma nova forma de governar sem esquecer das problemáticas sociais. A crise é uma crise coletiva”, avali

Ele sustenta que evitar a pobreza se resolve com gestão coletiva do capital, da fortuna. “Não há mudança de governo, sem mudança da consciência das pessoas. A paz mundial depende da paz interior. Precisamos de um processo de autocura do indivíduo”, reiterou Alfredo, que pela primeira vez participa do FSM. O Instituto tem sede em Washington (EUA) e integrantes no Chile, Portugal e Bélgica.

Caminhada - Os participantes da marcha passaram pelas avenidas Presidente Vargas, Nazaré e Almirante Barroso até a Praça do Operário, dentre eles, integrantes de partidos políticos, movimentos de mulheres, sindicatos, grupos culturais, povos indígenas e cooperativas. Na avenida Nazaré, a governadora Ana Júlia Carepa se integrou à caminhada no bloco do Partido dos Trabalhadores (PT), acompanhada de secretários de Estado e assessores. “O FSM chama atenção para a importância da Amazônia e que aqui, além de floresta tem gente, gente que quer viver com dignidade”, enfatizou.

Para ela, é necessário combater a pobreza com um novo modelo de desenvolvimento para distribuir os benefícios da riqueza a todos. “Estamos chamando a atenção do mundo ao Pará e ao nosso governo, que fomenta um novo modelo de desenvolvimento sustentável, econômica e ambientalmente. Temos o maior programa de reflorestamento, que é o 1 Bilhão de Árvores para Amazônia”, afirmou.

Ana Júlia Carepa acrescentou que o governo do Estado apoia o FSM não apenas na infraestrutura, mas para que as discussões contribuam para o novo modelo de desenvolvimento. ”Nos preocupamos em agregar valor aos nossos recursos naturais sem agressão ao meio ambiente. Esta é a possibilidade de termos um mundo mais justo e solidário”, acredita.

Na Praça do Operário, a programação se estendeu com apresentações e rituais de povos indígenas de vários Estados amazônicos. “Companheiros e amigos indígenas e não indígenas, estou feliz pelo encontro em que cada povo vem aqui neste palco dizer a sua mensagem no dia de abertura do Fórum Social Mundial”, disse o cacique Suruí, do Estado de Rondônia.

*****FONTE:www.pa.gov.br

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Música da Semana: "O Anjo Mais Velho"

A Música da Semana é "O Anjo Mais Velho", do Grupo Teatro Mágico... Não Ouso Comentar... O Ultimo Refrão é Perfeito...

O Anjo Mais Velho

"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar

Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar


*****Composição Fernando Anitelli, Intérprete "Teatro Magico"

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Tô em Belém do Pará!


Depois de três Longos dias em um ônibus Fechado com muita gente dentro dele, cheguei em Belém do Pará as 6h00, me credenciei cedinho...

Apesar de belém ser uma Linda cidade, não consigo me acostumar com tanto sol e calor!!!

Consegui achar um micro com Internet, porém acho que a partir de amanhã não vou conseguir mais acessar, por conta do inicio do Fórum Social Mundial...Se Eu não consegui acessar Conto tudo quando Chegar em São Paulo!!!


*****Escrito Por Marcello Barbosa.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Eu Vou Para o FSM em Belém do Pará!!!

Amanhã embarco rumo a Belém do Pará, para participar do 9º Fórum Social Mundial, Não posso esconder minha ansiedade em encontrar tanta gente de outras partes do Brasil e do Mundo, mas também por rever grandes Companheir@s de Luta de outros Estados.

Estou ansioso, é meu primeiro Fórum e estou cheio de idéias e quero ouvir muitas idéias também..

Durante o FSM vai acontecer o I Seminário Nacional do Movimento Mudança Secunda, também vai ser um evento importante para nossa Organização...

Enfim, vou tentar acessar meu blog de lá, se não conseguir quando eu chegar conto tudo!


*****Escrito Por Marcello Barbosa.

Disputa Pelo Senado Esconde Guerra Interna Tucana

Disputa Pelo Senado Esconde Guerra Interna Tucana

A disputa no Senado da República, cujo desenlace é sabido, está escondendo a disputa interna no PSDB já que sem o apoio do governador tucano de Minas Gerais, Aécio Neves, e sem esse Estado, dificilmente seu colega, governador de São Paulo e presidenciável José Serra, e o tucanato terão alguma chance de vencer as eleições de 2010.

Estas, no calendário, estão muito longe, mas não na agenda dos partidos, candidatos e governos. Serra tenta inviabilizar a candidatura de Aécio e principalmente as prévias, propostas e defendidas por este, inclusive com uma programação para percorrer todo o país em proselitismo a favor delas.

O governador de São Paulo e os tucanos de seu grupo sabem que essas prévias são mortais para o PSDB, para suas pretensões de ser considerado candidato já (a tática trator, do fato consumado) e evitar uma ruptura no partido. Aécio ainda tem a saída de ser candidato pelo PMDB ou até mesmo por outra legenda. Não tem nada a perder. Derrotado ficará sem mandato, mas tem idade e apoio suficiente em Minas para esperar.

Acumular força e amarrar partidos da base à candidata do PT

Nestas preliminares para e eleição de 2010, o nosso problema é como conciliar as questões regionais com a nacional, como construir uma candidatura a presidente acumulando força nos Estados e amarrando os partidos da base do governo à candidatura presidencial apoiada pelo presidente Lula e pelo PT.

É a isso que Serra está atento e se dedicando. Ele está aproveitando nossas divisões e vacilações. Resolver o nosso problema significa submeter a lógica regional à nacional, sem concessões e sem mediações, ou então aceitar dois palanques nos Estados e contar com a força do PT e do presidente Lula para a nossa candidata passar para o 2º turno.

O governador de São Paulo sabe que precisa de palanques nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia - onde estão adiantadas as amarrações de seus acordos - Pernambuco e Rio Grande do Sul, Estados nos quais a eleição pode ser decidida. Isso significa que nós do PT e aliados devemos priorizar esses Estados. É fechar o caminho para os palanques tucanos ampliando os nossos. Essa é a tarefa.

A disputa pela presidência da nova Mesa do Senado faz parte dela. Mas, nas sombras, os atores ainda não definiram suas falas. Só seus gestos que, para bom entendedor, bastam.


UNE Espera Reunir 10 mil Estudantes no Fórum Social Mundial

UNE Espera Reunir 10 mil Estudantes no Fórum Social Mundial

A União Nacional dos Estudantes (UNE) espera reunir mais de 10 mil estudantes durante o Fórum Social Mundial, entre os dias 27 de janeiro e 1° de fevereiro em Belém, capital do Pará.A entidade, que em edições anteriores do Fórum encampou protestos contra o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a Área de Livre Comércio entre as Américas (Alca), dessa vez vai fazer barulho pela soberania da Amazônia e contra a mercantilização da educação.Parte da caravana da UNE deve sair de Salvador (BA), onde até o dia 25 a entidade realiza uma bienal de arte e cultura.

De acordo com a presidente da entidade, Lúcia Stumpf, ônibus de todo o país também levarão estudantes para Belém. O grupo vai ficar hospedado no Acampamento Mundial da Juventude, instalado no campus da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).
Segundo Lúcia, a UNE deve lançar durante o evento a campanha "A Amazônia é do Brasil", em parceria com estudantes do Projeto Rondon. "Defendemos o desenvolvimento da Amazônia sem que haja entrega aos interesses internacionais", argumentou.

Os brasileiros serão os anfitriões do Encontro Internacional de Estudantes, que acontecerá paralelo ao Fórum, como em outras edições. A expectativa, segundo ela, é receber representantes de pelos menos 30 entidades estudantis internacionais. Nesse evento, os protestos serão contra a mercantilização da educação.

"É um manifesto contra a inclusão da educação em acordos da OMC [Organização Mundial do Comércio]. A educação não é mercadoria. Tem que ser mantida como assunto discutido no foro da Unesco [Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura], por exemplo", defendeu.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Dor de Um Ser Desconhecido...


Até Quando Vou Suportar a Dor de Existir?
Até Quando Vou Suportar a Dor de Ser de Outro MUndo?
Até Quando Vou Suportar a Dor de Não Ser Compreendido?
Até Quando Vou Andar Por Ai tentando me Iludir?


Quero um remédio para tudo isso, mas nenhum médico o tem,
Quero ser Humano ou Imortal mas a Religião não ajuda,
Quero você do meu lado...

Na Verdade, estou sozinho a milênios, mesmo querendo me mostrar, não posso, mesmo olhando nos olhos de quem eu amo ela não acredita em mim, sou um maldito, sou um monstro, sou a essencia de tudo que há de ruim, mas não quero ser isso.

Não Posso Suportar Mais nada, Não Tenho Remédio, Não Tenho Religião,

Por Tudo Isso, eu Acabei e Desisti, até agora fui mais forte que Emanuel na Cruz,
Mas sou mais fraco que ele e me entrego nesta maré alta...

Se te mágoo me desculpa, mas por fim a minha vida é o menor de meus erros, é me redimir e deixar de existir por um tempo...





*****FONTE: Escritos de Ablank Tarkkanus

BC Surpreende e Corta Taxa Básica de Juros em 1 Ponto Percentual

BC Surpreende e Corta Taxa Básica de Juros em 1 Ponto Percentual

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite desta quarta-feira reduzir sua taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual, passando de 13,75% ao ano para 12,75%. É o maior corte desde dezembro de 2003, quando o BC reduziu a taxa de 17,5% para 16,5%.

A medida põe fim a um ciclo de alta que havia se iniciado em abril do ano passado, quando o juro básico subiu de 11,25% para 11,75%. Muitos economistas se surpreenderam com a decisão. A previsão dos analistas de mercado era de um corte de 0,75 ponto, segundo pesquisa realizada pelo próprio Banco Central com cerca de cem instituições financeiras. Já os sindicalistas pressionavam por uma decisão mais agressiva do Copom.

Durante a manhã desta quarta-feira, seis centrais sindicais, incluindo a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a Força Sindical fizeram uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, na frente do edifício do BC, reivindicando corte de 2 pontos na Selic.


PDT Oficializa Apoio a Tião Viana na Disputa Pelo Comando do Senado


PDT oficializa apoio a Tião Viana na disputa pelo comando do Senado

A bancada do PDT no Senado, formada por cinco parlamentares, decidiu nesta quarta-feira (21) que vai apoiar a candidatura do senador Tião Viana (PT-AC) à presidência da Casa. A decisão foi tomada na manhã de hoje durante reunião do comando nacional do partido realizada em Brasília.
Durante a discussão, houve várias críticas ao senador José Sarney (PMDB-AP). Segundo informações da Folha Online, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) destacou que, pela história do PDT, o partido se aproxima mais da ideologia e do modo de agir de Tião.

Adversário político de Sarney no Maranhão, o governador do Estado, Jackson Lago (PDT), criticou duramente o nome do peemedebista na disputa pelo comando do Senado.
Interlocutores afirmaram que, durante a reunião, Lago disse que se o PDT apoiar Sarney irá trair os princípios da legenda e defendidos pelo ex-governador Leonel Brizola.

O presidente em exercício do PDT e líder da bancada na Câmara, Vieira da Cunha (RS), atuou como mediador nos debates e também concordou com Lupi e Lago. Com isso, o partido fechou questão e determinou que seus cinco senadores apoiem Tião na disputa para o Senado.
Com o apoio do PDT, Tião amplia sua base de apoio na campanha pelo Senado para seis legendas --PT, PSB, PRB, PR e PSOL.


*****FONTE: www.pt.org.br

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Música da Semana... "Solidão"


Quero deixar aqui uma música linda da Maysa... Sei lá, a Minissérie mexeu muito comigo, por isso deixo essa música com o objetivo de homenagear Maysa, uma Mulher que viveu a frente de seu tempo e hoje faz parte da história musical de nosso país, Uma Mulher incompreendida, porém que amou de mais... Maysa é Maysa...

Solidão

sem amor,sem ninguem
sem saber o meu fim
sou porém bem feliz
por ser livre assim
sem obedecer ninguém
a não ser esse meu coração
sigo a esmo
sou assim mesmo
eu e Deus
mais ninguem

se alguém eu achar
que me possa entender
hei de ter o meu lar
começar a viver
mas enquanto não chegar
esse alguem
que se existe nem sei
sigo a esmo
sou assim mesmo
eu e Deus
mais ninguem
á procura de alguem


*****Composição: Maysa Monjardim.

Sindicalistas Pedem a Lula Queda nos Juros e Redução do Superávit do Governo


Sindicalistas Pedem a Lula Queda nos Juros e Redução do Superávit do Governo

Os líderes de três das principais sindicais do país - Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical e União Geral dos Trabalhadores - reúnem-se hoje com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para discutir a situação do emprego no país.

Eles apresentarão, no encontro, iniciado às 17h, uma série de reivindicações. Uma delas é a redução da taxa de juros em aumentos dois pontos percentuais já na próxima reunião do Copom (quarta-feira). Artur Henrique, presidente da CUT, defendeu também a redução do superávit do governo.

Antes de entrar para a reunião no Planalto, Paulinho da Força falou que "o mundo inteiro baixou os juros, menos o Brasil". Outra reivindicação dos sindicalistas é a redução de impostos com a garantia de geração de empregos por parte das empresas. Ricardo Patah, presidente da UGT, falou que "poderia haver reduções significativas em impostos como o ICMS" -- o ICMS é recolhido pelos Estados.

Os trabalhadores também pedirão a Lula a aceleração na política de aumento real do salário mínimo. "Reduzir salário é dar tiro no pé", disse Paulinho.

As centrais também querem mais facilidade no acesso a recursos do BNDES. A UGT quer o aumento dos recursos destinados a pequenas e médias empresas. Segundo ele, é nelas que está a maior possibilidade de geração de empregos. "Para aquecer o mercado, tem que ter renda. E agora ela está faltando", completou Artur Henrique, da CUT.

Para Artur Henrique, os recursos não podem ir apenas para as grandes empresas. "Não é possível que continuemos tendo uma Gerdau e uma Vale demitindo tanto e recebendo tantos recursos."

O presidente Lula ainda não se pronunciou oficialmente sobre os índices de desemprego recordes divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho.
*****FONTE: www.uol.com.br

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Poesia de Fim de Semana: "Lágrimas"

A Poesia deste Fim de Semana se Chama "Lágrimas" e Peguei emprestada de outra Blogueira, a Amiga Evânia Fernandes...

LÁGRIMAS

PARA QUE SERVEM AS LÁGRIMAS,
SE NÃO PARA EXPRESSAREM
OS MAIS PUROS SENTIMENTOS?

POR QUE CHORAR POR MOTIVOS
QUE SÓ SERÃO SUPERADOS COM O TEMPO?

NA VIDA,
APRENDEMOS QUE CHORAR ALIVIA A ALMA,
NESSE MOMENTO, O CORAÇÃO SE ACALMA,
E TUDO PARECE ESTAR MELHOR

MAS PASSADO O SOFRIMENTO,
VEM O RESSENTIMENTO
DO QUE PODE SER PIOR

... SE CHORAR ALIVIA A ALMA
E LOGO TUDO SE ACALMA,
CHORAREI NA CERTEZA DE QUE,
DEPOIS DE UMA TEMPESTADE
SEMPRE VIRÁ UM DIA DE SOL
E QUEM MUITO RI DE QUEM CHORA
PRA CHORAR NÃO DEMORA!!!



*****Escrito Por Evânia Ferandes, http://www.evaniafernandes.blogspot.com/

Prefeitura é Suspeita de Fraudar Licitações

Governo municipal estaria envolvido em um esquema que direcionava concorrências para a compra de medicamentos

A administração do prefeito Armando da Farmácia (PR) teria favorecido a empresa Home Care em certames licitatórios


Por Khadidja Campos De Itaquá

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) está investigando a Prefeitura de Itaquaquecetuba sobre suposto envolvimento em um esquema de fraudes em licitações públicas para a compra de remédios. Em novembro, auditores do órgão compareceram à cidade em busca de documentos que poderiam ajudar na investigação. O caso está ligado à Operação Parasitas, da Polícia Federal, que prendeu empresários do ramo farmacêutico em 2008.

A devassa nos contratos firmados entre empresas investigadas na Operação Parasitas e prefeituras começou após o afastamento do prefeito de Uberaba, cidade do interior mineiro, Anderson Adalto (PMDB), pela Justiça. Ele foi acusado de direcionar as licitações para que a empresa Home Care Medical, de Guarulhos, vencesse o certame para fornecimento de medicamentos e insumos hospitalares. O proprietário dessa empresa, Renato Pereira Junior, foi preso na época.
Há dois meses, quando as auditorias em prefeituras começaram, foram identificados 18 processos abertos no Tribunal envolvendo licitações nas quais participaram as empresas suspeitas de fraudes na área da saúde. Itaquá teria envolvimento com a Home Care, o que o secretário de Saúde do município, José Antônio Heleno Pinto, nega. Ele frisa que, atualmente, a prefeitura não tem contrato com a empresa, porém não sabe se já teve. Outras prefeituras estão na mira: Indaiatuba, Itu, Limeira, Mauá, Paulínia, Santo André, São Caetano e Taubaté.

No total, estão sendo investigadas 11 empresas. No entanto, foram divulgados até o momento os nomes de cinco delas: Home Care, Biodinâmica, Halex Istar, Velox e Embramed. A suspeita é de que o esquema tenha faturado R$ 100 milhões com fraudes durante os anos de 2007 e 2008. A organização era dividida em duas células: uma atuava em contratos firmados na capital e na Grande São Paulo, e outra tinha influência no interior e nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás.

O DAT mostrou, ainda em novembro, que um empresário envolvido no caso de Uberaba vivia em Itaquá. A River Financing Overseas Corporating, sediada no Panamá, era utilizada como fachada para acobertar transações da Home Care. O dono da empresa, José Araújo Rodrigues, teve seus bens congelados durante a investigação.

A Assessoria de Imprensa do TCE disse que as investigações ainda estão em andamento, sem data para que o procedimento termine. Tudo está correndo em sigilo e detalhes não podem ser divulgados.


*****FONTE: Jornal Diario do Alto Tietê, Edição de 16/01/2009

Nasa Diz Que Presença de Metano Prova Que Marte é Planeta Vivo


Nasa Diz Que Presença de Metano Prova Que Marte é Planeta Vivo

Cientistas americanos disseram hoje que a existência de metano na atmosfera de Marte é uma prova de que esse planeta se mantém ativo, biológica e geologicamente. A existência do gás, que constitui uma chave da vida como se conhece na Terra, foi divulgada hoje por um relatório publicado pela revista "Science", em um número dedicado ao ano mundial da astronomia.

Telescópios da Nasa no Havaí detectaram pelo menos três camadas de metano sobre a superfície do planeta. "A atmosfera de Marte destrói rapidamente o metano de diversas formas. Portanto, nossa descoberta de metano no hemisfério norte em 2003 indica que existe um processo de emissão do gás", disse Michael Mumma, do Centro de Voos Espaciais da Nasa, em Maryland.

"Em meados do verão no hemisfério norte, o metano é liberado a um ritmo comparável ao de sua filtragem em uma jazida da Califórnia", diz Mumma, um dos autores do relatório publicado pela "Science".

O metano, cuja molécula consiste em um átomo de carbono unido a quatro de hidrogênio (CH4), é o principal componente do gás natural na Terra. Também intervém em outros processos geológicos como o da oxidação do ferro.

Por outra parte, muitos organismos vivos no planeta emitem o gás durante o processo de digestão de nutrientes. "No momento, não temos informação suficiente para assegurar que o metano em Marte é produto de processos biológicos ou geológicos", assinalou o cientista.

Os cientistas estimam que se existe algum processo biológico este estaria ocorrendo sob a superfície de Marte, onde a água não está congelada e poderiam ser encontradas mostras de carbono.

"Na Terra os microorganismos se multiplicam a entre 2 mil e 3.500 metros de profundidade, onde a radiatividade separa as moléculas de água", indicou.

Mumma afirmou que esses microorganismos se abastecem de energia a partir do hidrogênio, um processo que seria utilizado por organismos similares para sobreviver bilhões de anos sob a superfície congelada de Marte.

Os gases, como o metano, seriam libertados através das fissuras que conectam as profundezas do terreno com a atmosfera marciana, especialmente durante a primavera, diz o cientista.


*****FONTE: http://www.yahoo.com.br/

Um Histórico do MST

Um Histórico do MST

O Brasil vivia uma conjuntura de duras lutas pela abertura política, pelo fim da ditadura e de mobilizações operárias nas cidades. Como parte desse contexto, entre 20 e 22 de janeiro de 1984, foi realizado o 1º Encontro Nacional dos Sem Terra, em Cascavel, no Paraná. Ou seja, o Movimento não tem um dia de fundação, mas essa reunião marca o ponto de partida da sua construção.

A atividade reuniu 80 trabalhadores rurais que ajudavam a organizar ocupações de terra em 12 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Bahia, Pará, Goiás, Rondônia, Acre e Roraima, além de representantes da Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária), da CUT (Central Única dos Trabalhadores) , do Cimi (Conselho Indigenista Missionário) e da Pastoral Operária de São Paulo.

Os participantes concluíram que a ocupação de terra era uma ferramenta fundamental e legítima das trabalhadoras e trabalhadores rurais em luta pela democratização da terra. A partir desse encontro, os trabalhadores rurais saíram com a tarefa de construir um movimento orgânico, a nível nacional. Os objetivos foram definidos: a luta pela terra, a luta pela Reforma Agrária e um novo modelo agrícola, e a luta por transformações na estrutura da sociedade brasileira e um projeto de desenvolvimento nacional com justiça social.

Em 1985, em meio ao clima da campanha "Diretas Já", o MST realizou seu 1º Congresso Nacional, em Curitiba, no Paraná, cuja palavra de ordem era: "Ocupação é a única solução". Neste mesmo ano, o governo de José Sarney aprovou o Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA), que tinha por objetivo dar aplicação rápida ao Estatuto da Terra e viabilizar a Reforma Agrária até o fim do mandato do presidente, assentando 1,4 milhão de famílias.

A proposta de Reforma Agrária ficou apenas no papel. O governo Sarney, pressionado pelos interesses do latifúndio, ao final de um mandato de cinco anos, assentou menos de 90 mil famílias sem-terra. Ou seja, apenas 6% das metas estabelecidas no PNRA foi cumprida por aquele governo. Com a articulação para a Assembléia Constituinte, os ruralistas se organizam na criação da União Democrática Ruralista (UDR) e atuam em três frentes: o braço armado - incentivando a violência no campo -, a bancada ruralista no parlamento e a mídia como aliada.

Embora os ruralistas tenham imposto emendas na Constituição de 1988, que significaram um retrocesso em relação ao Estatuto da Terra, os movimentos sociais tiveram uma importante conquista. Os artigos 184 e 186 fazem referência à função social da terra e determinam que, quando ela for violada, a terra seja desapropriada para fins de Reforma Agrária. Esse foi também um período em que o MST reafirmou sua autonomia, definiu seus símbolos, bandeira e hino. Assim, foram se estruturando os diversos setores dentro do Movimento.
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Anos 90
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A eleição de Fernando Collor de Mello para a presidência da República, em 1989, representou um retrocesso na luta pela terra. Ele era declaradamente contra a Reforma Agrária e tinha ruralistas como seus aliados de governo. Foram tempos de repressão contra os Sem Terra, despejos violentos, assassinatos e prisões arbitrárias. Em 1990, ocorreu o II Congresso do MST, em Brasília, que continuou debatendo a organização interna, as ocupações e, principalmente, a expansão do Movimento em nível nacional. A palavra de ordem era: "Ocupar, resistir, produzir".

Em 1994, Fernando Henrique Cardoso vence as eleições com um projeto de governo neoliberal, principalmente para o campo. É o momento em que se prioriza novamente a agroexportação. Ou seja, em vez de incentivar a produção de alimentos, a política agrícola está voltada para atender aos interesses do mercado internacional e gerar os dólares necessários para pagar os juros da dívida pública.

O MST realizou seu 3º Congresso Nacional, em Brasília, em 1995, quando reafirmou que a luta no campo pela Reforma Agrária é fundamental, mas nunca terá uma vitória efetiva se não for disputada na cidade. Por isso, a palavra de ordem foi "Reforma Agrária, uma luta de todos".

Já em 1997, o Movimento organizou a histórica "Marcha Nacional Por Emprego, Justiça e Reforma Agrária" com destino a Brasília, com data de chegada em 17 abril, um ano após o massacre de Eldorado dos Carajás, quando 19 Sem Terra foram brutamente assassinados pela polícia no Pará. Em agosto de 2000, o MST realiza seu 4º Congresso Nacional, em Brasília, cuja palavra de ordem foi "Por um Brasil sem latifúndio".

Durante os oito anos de governo FHC, o Brasil sofreu com o aprofundamento do modelo econômico neoliberal, que provocou graves danos para quem vive no meio rural, fazendo crescer a pobreza, a desigualdade, o êxodo, a falta de trabalho e de terra.

A eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, representou um momento de expectativa, com o avanço do povo brasileiro e uma derrota da classe dominante. No entanto, essa vitória eleitoral não foi suficiente para gerar mudanças significativas na estrutura fundiária, no modelo agrícola e no modelo econômico.

Os integrantes do MST acreditam que as mudanças sociais e econômicas dependem, antes de qualquer coisa, das lutas sociais e da organização dos trabalhadores. Com isso, será possível a construção de um modelo de agricultura que priorize a produção de alimentos, a distribuição de renda e a construção de um projeto popular de desenvolvimento nacional.

Atualmente, o MST está organizado em 24 estados, onde há 130 mil famílias acampadas e 370 mil famílias assentadas. Hoje, completando 25 anos de existência, o Movimento continua a luta pela Reforma Agrária, organizando os pobres do campo. Também segue a luta pela construção de um projeto popular para o Brasil, baseado na justiça social e na dignidade humana, princípios definidos lá em 1984.
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Antecedentes
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O MST é fruto da história da concentração fundiária que marca o Brasil desde 1500. Por conta disso, aconteceram diversas formas de resistência como os Quilombos, Canudos, as Ligas Camponesas, as lutas de Trombas e Formoso, entre muitas outras. Em 1961, com a renúncia do então presidente Jânio Quadros, João Goulart - o Jango - assumiu o cargo com a proposta de mobilizar as massas trabalhadoras em torno das reformas de base, que alterariam as relações econômicas e sociais no país. Vivia-se um clima de efervescência, principalmente sobre a Reforma Agrária.

Com o golpe militar de 1964, as lutas populares sofrem violenta repressão. Nesse mesmo ano, o presidente marechal Castelo Branco decretou a primeira Lei de Reforma Agrária no Brasil: o Estatuto da Terra. Elaborado com uma visão progressista com a proposta de mexer na estrutura fundiária, ele jamais foi implantado e se configurou como um instrumento estratégico para controlar as lutas sociais e desarticular os conflitos por terra.

As poucas desapropriações serviram apenas para diminuir os conflitos ou realizar projetos de colonização, principalmente na região amazônica. De 1965 a 1981, foram realizadas oito desapropriações em média, por ano, apesar de terem ocorrido pelo menos 70 conflitos por terra anualmente.

Nos anos da ditadura, apesar das organizações que representavam as trabalhadoras e trabalhadores rurais serem perseguidas, a luta pela terra continuou crescendo. Foi quando começaram a ser organizadas as primeiras ocupações de terra, não como um movimento organizado, mas sob influência principal da ala progressista da Igreja Católica, que resistia à ditadura.

Foi esse o contexto que levou ao surgimento da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 1975, que contribuiu na reorganização das lutas camponesas, deixando de lado o viés messiânico, propondo para o camponês se organizar para resolver seus problemas. Além disso, a CPT teve vocação ecumênica, aglutinando várias igrejas. Por isso, o MST surgiu do trabalho pastoral das igrejas católica e luterana.
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Reforma agrária e desenvolvimento
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Todos os países considerados desenvolvidos atualmente fizeram reforma agrária. Em geral, por iniciativa das classes dominantes industriais, que perceberam que a distribuição de terras garantia renda aos camponeses pobres, que poderiam se transformar em consumidores de seus produtos. As primeiras reformas agrárias aconteceram nos Estados Unidos, a partir de 1862, e depois em toda a Europa ocidental, até a 1ª Guerra Mundial. No período entre guerras, foram realizadas reformas agrárias em todos os países da Europa oriental. Depois da 2ª Guerra Mundial, Coréia, Japão e as Filipinas também passaram por processos de democratização do acesso a terra.

A reforma agrária distribuiu terra, renda e trabalho, o que formou um mercado nacional nesses países, criando condições para o salto do desenvolvimento. No final do século 19, a economia dos Estados Unidos era do mesmo tamanho que a do Brasil. Em 50 anos, depois da reforma agrária, houve um salto na indústria, qualidade de vida e poder de compra do povo.

Depois de 500 anos de lutas do povo brasileiro e 25 anos de existência do MST, a Reforma Agrária não foi realizada no Brasil. Os latifundiários, agora em parceria com as empresas transnacionais e com o mercado financeiro – formando a classe dominante no campo - usam o controle do Estado para impedir o cumprimento da lei e manter a concentração da terra. O MST defende um programa de desenvolvimento para o Brasil, que priorize a solução dos problemas do povo, por meio da distribuição da terra, criação de empregos, geração de renda, acesso a educação e saúde e produção e fornecimento de alimentos.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Música da Semana: "Múmias"


Eu usei um trecho dessa Música muito tempo escrito no meu caderno Escolar: "Errar Não é Humano, Depende de Quem Erra"... Hoje Passo Ela adiante!

Múmias

Bem aventurados sejam
Aqueles que amam
Essa desordem
Nós viemos a reboque
Este mundo
É um grande choque
Mas não somos desse mundo
De cidades em torrente
De pessoas em corrente...

Errar não é humano
Depende de quem erra
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra...(4x)

Viemos preparados
Prá almoçar soldados
Chegamos atrasados
Sumiram com a cidade
Antes de nós
Mesmo assim
Basta esquecê-la
No outro dia
Transformando em lataria
Tudo que estiver
Ao nosso alcance...

Errar não é humano
Depende de quem erra
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra...(4x)

Chega de marra
Chega de farra
Chega de guerra
Quem nunca falha
Fala, erra
Sorte, joga
A primeira pedra
Aqui na terra
Bicho que pega
Fica violento
Meu raciocínio
Transformado
Em racionamento
Só que talento
É minha forma
De reprodução
Corta câmera, corta luz
Que eu continuo em ação
Aproveitando
Nossa liberdade de expressão
Renato Russo, eu, Suave
E o Biquini Cavadão...

Bem aventurados sejam
Os senhores do progresso
Oooooohhhhhhhhhhhhhhh!!
Esses senhores do regresso...

Errar não é humano
Depende de quem erra
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra...(4x)

Vivendo só de guerra
Vivendo só de guerra
Viemos espalhar discórdia
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra
Conquistar muitas vitórias
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra
Conquistar muitas derrotas
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra
Esperamos pela vida
Vivendo só de guerra...



*****Composição: Alvaro - Bruno - Miguel -sheik - Coelho - Música Incidental : Wrap (suave)

Itaquá Completa Dois Meses Sem PSF


Itaquá Completa Dois Meses Sem PSF

Situação começaria a ser normalizada a partir do dia 5; edital para processo seletivo de novos funcionários ainda não foi publicado

Por Khadidja Campos De Itaquá
Na próxima quinta-feira, Itaquaquecetuba completa dois meses sem o Programa Saúde da Família (PSF), que atendia, aproximadamente, 9 mil famílias. A prefeitura deixou de pagar, no ano passado, parcelas à Fundação de Amparo ao Ensino e Pesquisa (Faep), entidade que cuidava do serviço, que por sua vez não teve condições de manter o pagamento à cooperativa Solução Saúde, contratada para ir a campo. Desde o dia 15 de novembro, os cooperados - enfermeiros, médicos e agentes de saúde - não fazem mais visitas às casas dos inscritos no programa.

A previsão feita no final de 2008 pelo secretário de Saúde José Antônio Heleno Pinto era de que a questão começaria a se acertar até o último dia 5, data prevista para que o edital de convocação para processo seletivo fosse publicado na Imprensa, o que acabou não acontecendo. O prefeito Armando Tavares Filho (PR), o Armando da Farmácia, disse no ano passado que era intenção da prefeitura não terceirizar mais o serviço.

Heleno argumenta que um edital prévio foi elaborado por sua pasta e enviado à Secretaria de Assuntos Jurídicos para análise e acerto dos últimos ajustes antes que fosse publicado. Até agora o documento não voltou de lá. "Estão sendo analisadas questões como prazos para inscrição, período de vigência, data para contratação, entre outros assuntos", explicou, acrescentando que havia cobrado uma resposta no mesmo dia.

Já o secretário de Assuntos Jurídicos Élson Custódio de Farias Filho explicou que a demora se deve a procedimentos internos de rotina que estão sendo verificados para que não haja futuros problemas judiciais por conta desse documento. "Por conta da necessidade desse processo seletivo, já que não há médicos suficientes, o problema será resolvido o mais rápido possível. Isso deve acontecer nos próximos dias. Só não posso prometer uma data", relatou Farias Filho.

Em novembro e dezembro de 2008, o governo federal repassou R$ 30 mil, a cada mês, para Itaquá desenvolver o PSF, segundo informações contidas no site do Fundo Nacional de Saúde. O dinheiro não foi bem utilizado, já que o programa não funcionou no último mês do ano passado, e somente foi realizado até metade do penúltimo mês.

Pré-agendadas
O objetivo principal do PSF era fazer visitas de casa em casa, pregando a atenção na saúde familiar e em prevenção para que o custo com os tratamentos não sejam tão caros.

Atualmente, nos quatro postos do PSF - Jardim América, Jardim Nícea, Jardim Josely e Parque Piratininga - há médicos trabalhando. A população está passando por consultas pré-agendadas, como se o local fosse uma Unidade Básica de Saúde.

Segundo a secretaria, há dois médicos em cada posto que atendem duas vezes por semana, exceto na unidade do Jardim América, onde há quatro especialistas.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

MST: 25 Anos de Teimosia


MST: 25 anos de Teimosia

Em janeiro de 1984, havia uma processo de reascenso do movimento de massas no Brasil. A classe trabalhadora se reorganizava e acumulava forças orgânicas. Os partidos clandestinos já estavam na rua, como o PCB, PcdoB, etc. Tínhamos conquistado uma anistia parcial, mas a maioria dos exilados tinham voltado. Já havia se formado o PT, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a CONCLAT (Coordenação Nacional da Classe Trabalhadora). Amplos setores das igrejas cristãs ampliavam seu trabalho de formiguinha, formando consciência e núcleos de base em defesa dos pobres, inspirados pela Teologia da Libertação. Havia um entusiasmo em todo lugar, porque a ditadura estava sendo derrotada e, a classe trabalhadora brasileira, na ofensiva, lutando e se organizando.

Os camponeses no meio rural viviam o mesmo clima e a mesma ofensiva. Entre 1979 e 1984, se realizaram dezenas de ocupações de terra em todo o país. Os posseiros, os sem terra e os assalariados rurais perderam o medo - e foram à luta. Não queriam mais migrar para a cidade como bois marcham para o matadouro (na expressão de nosso saudoso poeta uruguaio Zitarroza).

Fruto de tudo isso, nos reunimos em Cascavel, em janeiro de 1984, estimulados pelo trabalho pastoral da CPT, lideranças de lutas pela terra de 16 estados brasileiros. E lá, depois de cinco dias de debates, discussões, reflexões coletivas, fundamos o MST, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Os nossos objetivos eram claros: organizar um movimento de massas a nível nacional, que pudesse conscientizar os camponeses para lutarem por terra, por reforma agrária (mudanças mais amplas na agricultura) e por uma sociedade mais justa e igualitária. Queríamos, enfim, combater a pobreza e a desigualdade social. A causa principal dessa situação no campo era a concentração da propriedade da terra, apelidada de latifúndio.

Não tínhamos a menor idéia se isso era possível. E nem quanto tempo levaríamos na busca de nossos objetivos. Passaram-se 25 anos, muito tempo. Foram anos de muitas mobilizações, muitas lutas e de uma teimosia constante, de sempre lutarmos e nos mobilizarmos contra o latifúndio. Pagamos caro por essa teimosia. Durante o governo Collor fomos duramente reprimidos, com a instalação inclusive de um departamento especializado na Policia Federal para o combate aos sem-terra. Depois, com a vitória do neoliberalismo do governo FHC, foi o sinal verde para os latifundiários e suas polícias estaduais atacarem o movimento. Tivemos em pouco tempo dois massacres: Corumbiara e Carajás. Ao longo desses anos, centenas de trabalhadores rurais pagaram com sua própria vida o sonho da terra livre.

Mas seguimos a luta. Brecamos o neoliberalismo elegendo o governo Lula. Tínhamos esperança de que a vitória eleitoral pudesse desencadear um novo reascenso do movimento de massas, e com isso a reforma agrária tivesse mais força de ser implementada. Não houve reforma agrária durante o governo Lula. Ao contrário, as forças do capital internacional e financeiro, através de suas empresas transnacionais, ampliaram seu controle sobre a agricultura brasileira.

Hoje a maior parte de nossas riquezas, produção e distribuição de mercadorias agrícolas está sob controle das empresas transnacionais. Elas se aliaram com os fazendeiros capitalistas e produziram o modelo de exploração do agronegócio. Muitos de seus porta-vozes se apressaram a prenunciar nas colunas de jornalões burgueses que o MST se acabaria. Lêdo engano. A hegemonia do capital financeiro e das transnacionais sobre a agricultura não conseguiu, felizmente, acabar com o MST. Por um único motivo: o agronegócio não representa solução para os problemas dos milhões de pobres que vivem no meio rural. E o MST é a expressão da vontade de libertação desses pobres.

A luta pela reforma agrária, que antes se baseava apenas na ocupação de terras do latifúndio, agora ficou mais complexa. Temos que lutar contra o capital, contra a dominação das empresas transnacionais. A reforma agrária deixou de ser aquela medida clássica: desapropriar grandes latifúndios e distribuir lotes para os pobres camponeses.

Agora, as mudanças no campo para combater a pobreza, a desigualdade e a concentração de riquezas depende de mudança não só da propriedade da terra, mas também do modelo de produção. Se agora os inimigos são também as empresas internacionalizadas, que dominam os mercados mundiais, significa também que os camponeses dependerão cada vez mais das alianças com os trabalhadores da cidade para poder avançar nas suas conquistas. Felizmente, o MST adquiriu experiência nesses 25 anos: sabedoria necessária para desenvolver novos métodos e novas formas de luta de massa, que possam resolver os problemas do povo.

*****Artigo de João Pedro Stedile, integrante da coordenação nacional do MST. Publicado na Revista Caros Amigos - Janeiro de 2009.

Para Refletir...


"O Amor Tem Suas Razões, Que a Lógica Não Compreende, Como o Destino Tem Suas Ironias Que a Razão Não Explica."

Arthur Orlando

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

"Maysa - Quando Fala o Coração"

Apesar de eu não ser um grande fã da Rede Globo, sou Obrigado a admitir que suas Séries são muito boas... A Mais Recente "Maysa - Quando Fala o Coração" é simplesmente perfeita e consegue prender minha atenção, com um misto de drama, romance, desejo, ideais e uma atriz linda...

Além disso em pensar que Maysa existiu de verdade em todo seu esplendor, Luxo, Talento e outras coisas mais, me deparo bobo imagiando aquela época tão linda e tão cruel...

Leia Artigo de Dojival Filho :

Maysa Conquista Público na Estréia

Competência na reconstituição histórica, elenco afinado e edição envolvente. Exibida na última segunda-feira à noite pela Globo, a estreia da minissérie Maysa - Quando Fala o Coração esbanjou essas virtudes e já recebeu sinais de aprovação dos telespectadores.

Segundo dados do Ibope divulgados pela emissora, o primeiro capítulo da produção - que narra a conturbada trajetória da cantora Maysa (1936-1977) - obteve 30 pontos de audiência. Cada ponto equivale a 60 mil casas assistindo à atração na Grande São Paulo.

Ainda conforme informações repassadas pela emissora, a minissérie teve 43% de share, ou seja, de cada 100 televisores ligados, 43 sintonizaram o canal no horário da exibição.
Escrita por Manoel Carlos, com a colaboração de Ângela Chaves, Maysa - Quando Fala o Coração tem como protagonista a atriz gaúcha Larissa Maciel.

Apesar de novata na televisão, ela demonstrou segurança ao reproduzir trejeitos, sem apelar para uma caricatura de Maysa, morta aos 40 anos em um acidente de carro na Ponte Rio-Niterói, no Rio. Larissa também encantou em performances de clássicos como Ouça e Demais, gravados pela musa de temperamento forte e sedutores olhos verdes.
Esta última foi apresentada na cena em que a diva é vaiada em uma churrascaria, logo após um acesso de fúria em que arremessou o sapato na plateia porque não teve a atenção que esperava do público.

A proximidade entre a cantora e o diretor da minissérie, Jayme Monjardim, seu filho único, não resultou na omissão de fraquezas e conflitos. Baseado na pesquisa do arquivo biográfico da artista, cedido por Monjardim, o texto escancarou os problemas de Maysa com o alcoolismo, as farras, os amores e as crises de seu primeiro casamento, com o poderoso empresário paulistano André Matarazzo (Eduardo Semerjian).


*****FONTE: Diário do Grande ABC.

Morrissey Disponibiliza na Internet Primeiro Single de Seu Novo Disco

Morrissey Disponibiliza na Internet Primeiro Single de Seu Novo Disco

Prestes a lançar seu novo disco, Morrissey disponibilizou online, nesta segunda-feira (5), o primeiro single do álbum "Years Of Refusal". A música "I'm Throwing My Arms Around Paris" pode ser ouvida no MySpace do cantor (www.myspace.com/morrissey).

Em seu blog oficial, Morrissey disse que a faixa é um "hino cosmopolita à arquitetura". Co-escrita por ele e pelo guitarrista Boz Boorer, o ex-vocalista do Smiths canta que "ninguém quer o meu amor, ninguém precisa do meu amor". O single será lançado oficialmente no dia 9 de fevereiro, mas rádios britânicas já incluíram "I'm Throwing My Arms Around Paris" na programação. "Years Of Refusal", que já circula na Internet, é o nono disco solo de Morrissey. No CD há participações de Chrissie Hynde, do Pretenders, e do guitarrista Jeff Beck.

O álbum tem 12 músicas inéditas e chegará às lojas dos Estados Unidos no dia 17 de fevereiro. No Reino Unido, o CD chega dia 23 do mesmo mês.



*****Fonte: http://www.uol.com.br/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Artigo: A Imoralidade Tem Que Acabar!

A Imoralidade Tem Que Acabar!

No dia 01 de janeiro de 2009, a população de Itaquá foi surpreendida ( mais uma vez ) com um aumento de 8,7% na tarifa do ônibus urbano, passando de R$2,30 para R$2,50, o que causa espanto é que nada justifica tal aumento, pois se considerarmos que o barril de petróleo teve redução no valor de $148 para $50. A tarifa em São Paulo é R$2,30, e a promessa de campanha do prefeito Gilberto Kassab, a tarifa não sofrerá aumento em 2009, ficam as perguntas, até quando vamos sofrer punições na calada da noite? Até quando vai prevalecer o monopólio em itaquá? Será que vamos ter que usar nariz de plástico vermelho? Vamos ficar de braços cruzados ? Até quando?

O aumento no transporte coletivo é um abuso à população da cidade; procuro respostas: Pra que? Por que essa aumento abusivo? Pra onde vai tanto dinheiro?. Tomando como exemplo a cidade de São Paulo que faz um percurso de mais de 80Km Por R$2,30, nossa cidade anda do Jd. Odete a Vila Japão por R$ 2,50, em São Paulo os ônibus tem ( qualidade, acessibilidade, piso baixo, Tv interativa, ônibus a Biodiesel e elétricos ) e tem uma supra qualidade, agora procuremos pensar que a primeira cidade do Brasil economicamente tem seu transporte por R$2,30, para isso não cito nem a integração ônibus>metro>trens, não cito a qualidade do bilhete único valido por 3horas e aos finais de semana por 8horas por R$2,30, imagine-se sair do Itaim Paulista ao Bairro da Luz por esse preço tarifário, é um longo percurso subsidiado pela prefeitura paulista. Voltemos a nossa realidade R$2,50 para ir do Manoel Feio ao Centro da cidade. É impossível não levar isso como um insulto, é chamar-nos de idiotas passivos. A empresa concessora em Itaquá é abusiva e só podemos combatê-la através de uma união maciça e ordenar regimes de boicote a essa empresa monopolizadora.

Por fim o petróleo a cada dia mais barato, a grande capital com transporte de qualidade por R$2,30 e Itaquaquecetuba com quase 0% de recursos e um aumento de 8,7%. Onde iremos chegar? O que diz nosso secretario do transporte? Cadê nossa reação ? Vamos dize não a essa imoralidade!! Vamos parar com a COVARDIA!!


*****Artigo de Felipe Moreira, Militante do Movimento Mudança de Itaquaquecetuba.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Música da Semana: "Nada Sei"

A Música da Semana é "Nada Sei" do Grupo Kid Abelha que tem como Vocalista a Linda Paula Toller...

Nada Sei (Apnéia)

Nada sei dessa vida
Vivo sem saber
Nunca soube, nada saberei
Sigo sem saber...

Que lugar me pertence
Que eu possa abandonar
Que lugar me contém
Que possa me parar...

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...

Nada sei desse mar
Nado sem saber
De seus peixes, suas perdas
De seu não respirar...

Nesse mar, os segundos
Insistem em naufragar
Esse mar me seduz
Mas é só prá me afogar...

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo me deixar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...

Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Sou errada, sou errante
Sempre na estrada
Sempre distante
Vou errando
Enquanto o tempo
Me deixar passar
Errando
Enquanto o tempo me deixar...


*****Letra: Paula Toller e George Israel

Nota do PT Sobre os Ataques a Palestina

PT Condena Ataques Criminosos

Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado. Não aceitamos a "justificativa" apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques.

Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso. O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques. Feitos sob pretexto de "combater o terrorismo", os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial.

O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrosar as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo. O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina.



Ricardo Berzoini, Presidente Nacional do PT
Valter Pomar, Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores


sábado, 3 de janeiro de 2009

Poesia de Fim de Semana: "Sou Um Estrangeiro Neste Mundo"

Para Não Perder os Costume, a Poesia desse Fim de Semana é de Gibran Khalil Gibran...

Sou Um Estrangeiro Neste Mundo
Sou um estrangeiro, e há na vida do estrangeiro uma solidão pesada e um isolamento doloroso. Sou assim levado a pensar sempre numa pátria encantada que não conheço, e asonhar com os sortilégios de uma terra longínqua que nunca visitei.

Sou um estrangeiro para meus parentes e amigos. Quando encontro um deles, penso:"Quem é ele? Onde o encontrei? Que me une a ele? Por que me aproximo dele e o freqüento?"
Sou um estrangeiro para minha alma. Quando minha língua fala, meu ouvido estranha-lhe a voz. Quando meu Eu interior ri ou chora, ou se entusiasma, ou treme, meu outro Eu estranha o que ouve e vê, e minha alma interroga minha alma. Mas permaneço desconhecido e oculto, velado pelo nevoeiro, envolto no silêncio.

Sou um estrangeiro para o meu corpo. Todas as vezes que me olho num espelho, vejo no meu rosto algo que minha alma não sente, e percebo nos meus olhos algo que minhas profundezas não reconhecem.

Quando caminho nas ruas da cidade, os meninos me seguem, gritando: "Eis o cego,demos-lhe um cajado que o ajude." Fujo deles. Mas encontro outro grupo de raparigas que me seguram pelas abas da roupa, dizendo: "É surdo como uma pedra. Enchamos seus ouvidos com canções de amor e desejo." Deixo-as, correndo. Depois, encontro um grupo de homens que me cercam, dizendo: "É mudo como um túmulo, vamos endireitar-lhe a língua." Fujo deles com medo. E encontro um grupo de velhos que apontam para mim com dedos trêmulos, dizendo: "É um louco que perdeu a razão ao freqüentar as fadas e os feiticeiros."

Sou um estrangeiro, e já percorri o mundo do Oriente ao Ocidente sem encontrar minhaterra natal, nem quem me conheça ou se lembre de mim.

Acordo pela manhã, e acho-me prisioneiro num antro escuro, freqüentado por cobras einsetos. Se sair à luz, a sombra do meu corpo me segue, e as sombras de minha alma maprecedem, levando-me aonde não sei, oferecendo-me coisas de que não preciso, procurando algo que não entendo. E quando chega a noite, volta para casa e deito-me numa cama feita de plumas de avestruz e de espinhos dos campos.

Idéias estranhas atormentam minha mente, e inclinações diversas, perturbadoras,alegres, dolorosas, agradáveis. À meia-noite, assaltam-me fantasmas de tempos idos. E almas de nações esquecidas me fitam. Interrogo-as, recebendo por toda a resposta um sorriso. Quando procuro segura-las, fogem de mim e desvanecem-se como fumaça.
Sou um estrangeiro neste mundo. Sou um estrangeiro, e não há no mundo quem conheça uma única palavra do idioma da minha alma.

Caminho pela selva inabitada, e vejo os rios correrem e subirem do fundo do vale aocume da montanha. E vejo as árvores desnudas se cobrirem de folhas, e florirem, e frutificarem, e perderem suas folhas num só minuto. Depois, suas ramas caem no chão e se transformam em cobras pintalgadas.

E as aves do céu voam, pousam, cantam gorjeiam e depois param, abrem as asas eviram mulheres nuas, de cabelo solto e pescoços esticados. E olham para mim comsensualidade. E estendem suas mãos brancas e perfumadas. Mas, de repente, estremecem e somem como nuvens, deixando o eco de risos irônicos.
Sou um estrangeiro neste mundo.

Sou um poeta que põe em prosa o que a vida põe em verso, e em versos o que a vidapõe em prosa. Por isto, permanecerei um estrangeiro até que a morte me rapte e me leve para minha pátria...


*****Poema de Gibran Khalil Gibran.

Tarifa de Ônibus em Itaquá: Um Roubo!

Quero Registrar Aqui Meu Protesto!

A Partir do dia 01 de Janeiro de 2009 Foi aumentada de forma abusiva as Passagens de ônibus de Itaquaquecetuba, antes era o valor de R$ 2,30 agora passa para R$ 2,50, ou seja em plena Crise Econômica os trabalhadores que já estão sofrendo com a Pressão do Empresariado dizendo que haverá cortes de funcionários (Sendo que a Crise não está afetando o Brasil), vão ter que pagar mais pelo Transporte Público...

Isso é um Desrrespeito com toda Nossa População, e podem ter certeza que os Movimentos Sociais Não vão se calar....
*****Escrito Por Marcello Barbosa...

Confabulando! "Até a Divindade Se Corrompe Pelo Amor"

Certa vez nos Jardins do Paraíso Vivia um Semi - Deus Chamado Knalba, era tido Como Príncipe dos Mortais, pois sua mãe tinha o Título de Rainha dos Humanos e da Terra. Tinha os dons do Amor, do Prazer, da Guerra, do Destino e da Ilusão não lhe faltava nada... Apesar de erros cometidos no passado ele já havia sido punido e pago por todos...

Amava Uma Mortal, Linda, Meiga e Inteligente, mas ela não sabia de seu Segredo, e quando ele se atrevia a contar ela não acreditava, então ele decidiu se adequar a vida dela... Mas ele não conseguiu e a perdeu...

Em Um Dia ensolarado passou uma Fadinha e Viu Knalba chorando muito debaixo de um carvalho, ela foi lá e Perguntou a Ele:

- O Que foi Knalba? por Quê Choras???

Ele Respondeu, soluçando de tanto chorar:
- Perdi Meu Amor Para Sempre, Uma Doce Mortal que eu não valorizei como ela merecia, que não fui sincero e ainda me escondia nessa pele de cordeiro barata... Amei demais e não percebi a realidade hoje estou só... Tentei Reconquista-la, mas ela não me ama mais... Não Sei o que fazer...

A fada Pensou, Pensou e Pensou, e disse:
- Tudo Passa, Vá Para Casa....

Knalba Foi... Passaram 03 meses e novamente a Fada Encontrou Knalba e viu que ele estava sorridente e perguntou a Ele:

-Esqueceu a Tal Mortal?
Ele respondeu:
-Meu Coração sangra por ela, mas hoje tenho um anestésico chamado Futuro... Como todo bom anestésico dói no inicio mais depois tudo fica relaxado...

Espantada a fada Perguntou:
- Não Entendi nada... O Que houve??

Ele Disse com um Sorriso Frio e lágrimas nos olhos:
- Eu implorei pelo amor dela e ela não quiz se quer olhar nos meus olhos, diferente dela sou um Semi Deus, um Príncipe Tenho a Eternidade, hoje ela não olha para mim, mas quando ela chegar no fim de sua Vida Mortal, perceberá que tudo que ela viveu não valeu a pena, pois ela amou quem não devia e por isso nunca foi retribuida, viveu em um mundo de ilusões que eu poderia tornar realidade e quando ela lembrar de cada frase e palavra minha perceberá que perdeu o Unico Ser que era capaz de tudo para te - la do seu lado...

A Fada Disse:

- No fim vocês Terminam Juntos? Você viu isso nas Runas? Fala! Fala!
Ele vira - se de costas e diz:
- No meio se ela voltar posso acolhe-la em meus braços e fazer o maior sacrificio de todos em forma de holocausto, abrir mão de minha divindade... Mas isso não sei, Não quiz ver... No fim ela vai sofrer muito mais do que eu sofri e com certeza até lá amarei alguém que mereça tudo que posso conceder, Hoje Me alegro em saber que ela sofrerá, mas me entristeço e abomino o Ser que me Tornei Hoje, pensar em vingança é pior do que fazer a Vingança... Eu Não Erro Duas Vezes então serei muito feliz com outra Mortal, pois não errarei com ela...

Moral da história: Seja Atento aos Detalhes, a Felicidade muitas Vezes Bate a Sua Porta e Você pisa nela e só vai perceber isso no fim de sua vida, onde já é tarde demais, além disso pode interferir diretamente na vida de Um Ser Que Te Ama...



*****FONTE: Escritos de Ablank Tarkkanus Al Van Tarkkanus.

Artigo: "É Hora de Mudança!"

É Hora de Mudança!

O NOSSO país tem uma importante oportunidade de aproveitar a crise econômica mundial para deixar para trás a atual política econômica neoliberal e tomar medidas para adotar um novo modelo de desenvolvimento nacional, com base em distribuição de renda, geração de empregos, fortalecimento da indústria e do mercado interno, melhorando as condições de vida do povo brasileiro.

A crise demonstra em todo o mundo que o neoliberalismo não tem condições de sustentar o desenvolvimento social, ambiental e econômico, sendo necessário aplicar medidas de regulação da economia e fortalecimento do Estado. Chegou à falência o modelo econômico caracterizado pela hegemonia do capital financeiro, altas taxas de juros, superávit primário e prioridade ao setor exportador.

Não encontraremos a solução em políticas que reforcem ou amenizem os problemas do neoliberalismo, apoiando bancos e grandes empresas, mas com iniciativas que apontem para mudanças estruturais. No Brasil, precisamos reduzir imediatamente as taxas de juros e controlar a movimentação do capital especulativo, impedindo a livre circulação, instituindo quarentenas e taxações.

O governo deve revisar uma desgastada orientação do FMI, um dos responsáveis pela crise: o superávit primário. O Tesouro Nacional gastou nos primeiros quatro anos do governo Lula cerca de R$ 600 bilhões com a rubrica relativa aos juros da dívida pública! Temos que usar esses recursos para construir escolas e contratar professores para universalizar o acesso à educação pública.

Nas grandes cidades, é urgente fazer investimentos em transporte público, hospitais e moradias populares, fazendo uma reforma urbana. No campo, a produção de alimentos da agricultura familiar e camponesa precisa receber investimentos públicos, com o fortalecimento da pequena e média propriedade e realização da reforma agrária.

O governo deve estabelecer metas de geração de postos de trabalho formais, dentro de um amplo programa público, reagindo ao aumento do desemprego causado pela crise. Ao mesmo tempo, para dar força ao mercado interno e garantir o consumo, o salário mínimo e os benefícios da Previdência Social devem aumentar, distribuindo renda.

Essas medidas só serão viáveis se os recursos públicos forem aplicados com responsabilidade. Os subsídios para salvar bancos e empresas especuladoras -que ganharam muito dinheiro com o neoliberalismo- apenas reforçam as contradições do modelo que entrou em crise.

É uma incoerência os que sempre defenderam o mercado como "deus regulador" recorrerem ao Estado em um momento de dificuldade. Os bancos públicos, como BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, não têm que socorrer o grande capital e devem só aprovar empréstimos com garantia de desemprego zero.

Estamos preocupados também com a investida predatória sobre os recursos naturais, que aumentam em tempos de crise, porque proporcionam acumulação rápida. Não podemos aceitar as propostas irresponsáveis do agronegócio para mudanças na legislação ambiental, reduzindo áreas de preservação na Amazônia e no que resta da mata atlântica. As grandes empresas do ramo petrolífero estão de olho no petróleo na camada do pré-sal e querem a manutenção do regime de concessão, impedindo mudanças legais que garantam a soberania nacional.

A atual crise econômica é de responsabilidade dos países centrais e dos organismos dirigidos por eles, como OMC, Banco Mundial e FMI. Defendemos uma nova ordem internacional, que respeite a soberania de povos e nações. O Brasil precisa fortalecer a estratégia de integração regional, com foco no Mercosul, na Unasul e na Alba. Com isso, por exemplo, poderemos substituir o dólar nas transações comerciais por moedas locais em toda a América Latina, como recentemente fizeram Brasil e Argentina.

Participamos de reunião com o governo federal para apresentar essas alternativas, construídas por mais de 50 entidades. Não estamos preocupados com as eleições, mas com o futuro do país. Queremos contribuir com o debate para que o povo brasileiro se mobilize por um novo modelo econômico diante da gravidade da crise. Não podemos perder esta oportunidade de fazer mudanças necessárias em nosso país.


*****Artigo de : JOÃO PEDRO STEDILE, 54, economista, é integrante da coordenação nacional do MST e da Via Campesina; JOSÉ ANTÔNIO MORONI, 45, filósofo, é membro do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) e diretor da Abong (Associação Brasileira de ONGs); NALU FARIA, 50, psicóloga, é coordenadora-geral da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e integrante da Secretaria Nacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Friozinho Na Barriga

Inicia 2009, e bate aquele friozinho na Barriga, com medo de tudo que vem pela frente...

Quebrei uma Promessa que tinha feito em 2002 neste ano novo, prometi no passado nunca mais tirar Tarot Para Mim mesmo, por quê sempre descontrolo minha vidência e fico vendo coisas a todo momento, além disso acabo prevendo o futuro de outras pessoas que não deveria prever...

Mas enfim, 2009 começa com novos ares e Tenho Certeza Que Será Muito Bom...


*****Escrito Por Marcello Barbosa...
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Simplicidade é Tudo...

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A Complexidade é Simples...