quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ainda dá tempo! Inscrições para a prova do Encceja foram prorrogadas



Está afim de fazer a prova do Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos) para tirar o diploma do Ensino Fundamental? Mas acha que ainda não dá tempo? Atenção! As inscrições foram prorrogadas até o dia 10 de outubro, segundo o Diário Oficial.

Com o Encceja, você faz a prova da matéria em que foi reprovado e, se atingir a nota mínima exigida, tira o diploma. Tudo sem precisar cursar o supletivo regular. Mas lembre-se! Para fazer a prova é preciso ter, no mínimo, 15 anos completos na data do exame, que acontece no dia 12 de dezembro desse ano.

Inscreva-se na página do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). O exame terá quatro provas objetivas com 30 questões de múltipla escolha e uma proposta de tema para redação. No momento da inscrição, você deve indicar qual prova quer fazer. As opções são: 1- língua portuguesa, língua estrangeira moderna (inglês), artes, educação física e redação; 2- matemática; 3-história e geografia e 4-ciências naturais.

Quem se inscreveu na edição de 2009, que foi adiada para esse ano, precisa confirmar participação no sistema de inscrição. Se não fizer essa confirmação, o cadastro será cancelado.

Até o dia 16 de novembro, os participantes receberão o Cartão de Confirmação. A partir dessa data o endereço da prova também estará disponível no sistema de acompanhamento e no Fala Brasil 0800.616161.

A prova rola no dia 12 de dezembro. Na parte da manhã, das 8h30 às 12h30, serão aplicadas as provas 3 e 4. À tarde, serão aplicadas, das 14h30 às 19h30, as provas 1 e 2.

Dia 03/10 Vote 13 de Ponta a Ponta!

Conheça Um Pouco Mais de Meus Candidatos a Deputado Federal e Deputado Estadual!

Dep. Estadual ZICO PRADO - 13.123! Avaliação de 45 Dias de Campanha



Dep. Federal ZARATTINI - 1370! Rumo ao Domingo da Vitória!



Com Marta Senadora 133! Netinho Senador 650! Mercadante Governador 13! Dilma Presidente 13!!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Passageiros andam 'como sardinha em lata' em trens de SP

São Paulo - Sexta-feira, 6h54 da manhã, mais um trem chega à estação São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo. Os bancos da plataforma estão cheios. Dentro dos vagões, a situação não é diferente. Pelas janelas da composição antiga, abertas até a metade, dá para ver os rostos nada animadores de quem está lá dentro. O motorista Vagner Palazolo nem se levanta. Apesar do horário, ele decide aguardar mais um pouco na esperança de um trem mais vazio – é o primeiro de três baldeações que precisa para chegar ao trabalho, na Barra Funda, zona oeste da capital paulista.

A situação da Linha 12-Safira é característica de passageiros que precisam pegar uma das sete linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), na Grande São Paulo. Apenas uma das linhas – a 10-Turquesa (Luz-Rio Grande da Serra) – apresenta menos do que seis pessoas transportadas por metro quadrado em horários de pico. As demais têm até 8,4 passageiros por metro quadrado.
 
A piora do serviço foi registrada nos últimos 12 meses, segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, em função da expansão das linhas. "Toda vez que a malha é ampliada ou o serviço apresenta melhoras, a demanda aumenta, atraindo novos usuários", justifica a secretaria. Foram 232 mil pessoas a mais por dia nos trens municipais. O aumento na lotação indica que a capacidade de atendimento foi menor do que a demanda pelo serviço.

Aperto

Na plataforma, quem não tem mais tempo, arma sua estratégia para chegar à estação Brás, região central de São Paulo, onde há integração com o Metrô. "É hora de mirar um porta e torcer para conseguir entrar", ensina Palazolo. "A gente mira uma porta e aposta nela", aponta, com o dedo indicador voltado às pessoas que correm para acompanhar a composição que chega.

O trem para. Algumas portas abrem, outras não, mas todas estão lotadas. “O trem vem, mas como e que a gente embarca? Esse é o trem pequeno. Ele abre a porta, mas não tem como entrar e, se você entra, não tem como se mexer”, descreve o motorista. A briga certa, ou com a própria porta, ou com outros usuários. Alguns tentam dificultar a entrada de mais gente, por causa da lotação. “As pessoas estão estressadas, chega aqui e vê essa lotação. Dá briga mesmo”, admite. A composição parte. 

Em dez minutos, uma nova máquina se aproxima. Com a experiência de quem faz o mesmo itinerário há quase dez anos, o motorista decide continuar aguardando mais um trem, mas o horário já está ficando apertado. Mais uma composição chega. Palazolo decidi ir e some, em meio à correria por uma porta vazia. Lá vai o motorista com uma bolsa pequena de mão, onde carrega o uniforme da empresa, que ele torce para não amassar no transporte coletivo.

Homens e mulheres quase se jogam para dentro do trem, caibam ou não no vagão. É como se apostassem na "revogação" da lei da física de que dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo. Na última hora, um passageiro tenta embarcar. Um dos pés fica dentro e outro, fora, sobre uma base metálica que serve para reduzir o vão entre o trem e a plataforma. Ele puxa, força, mas não consegue. O tempo passa, e vem o aviso de fechamento das portas. Um segurança ajuda o homem a caber no trem e força a porta a fechar.

Em outro lado, uma mulher não teve a mesma sorte. "É comum ver bolsas ficarem para fora", comenta a usuária Shirlei Bianca. Desta vez foi o corpo inteiro que ficou fora do vagão. Dois guardas correm, um segura as portas, para mantê-las abertas e outro empurra a mulher para dentro. Só depois que todas as portas estão fechadas, o trem segue, mais cheio do que chegou.

Como 'sardinha em lata'

Uma jovem de cabelos longos que aguarda nota as pessoas em pé e respira fundo. Atendente de call-center, Adriana de Oliveira está grávida. Quando um novo trem chega à estação, a trabalhadora levanta e escolhe uma porta, mas logo desiste. Decide ir para o início da plataforma, na tentativa de encontrar algum espaço onde possa viajar com mais segurança. "É preciso respirar fundo para entrar nesse trem", exclama.

Adriana diz que ainda será pior com o andamento da gravidez. "Aí, realmente não sei o que fazer, vou ter de enfrentar, tenho de trabalhar", indaga. “A gente parece sardinha em lata nesses trens”, compara. Sua nova tentativa tem sucesso e apesar de embarcar em pé, tem algum espaço para se movimentar no vagão.

Sem tirar o pé do chão

Enquanto espera o trem, Cleidiane Silva Reis conta que estava dentro do Metrô que teve problemas na terça-feira (21), e mesmo diante da comoção que o problema causou em toda a cidade, o chefe não compreendeu seu atraso. “Nem todo mundo entende. Meu chefe acha que eu devia ter feito mais, me esforçado mais, para não me atrasar”, descreve.

Ela prevê entrar no próximo trem que chegar à estação São Miguel, porque afinal não pode chegar atrasada. “Lá dentro, a gente tem de aguentar aquele ar quente. Se você entrar com a mão abaixada, depois não consegue levantar, porque não dá para se mexer. É aquela história: se você tirar o pé do chão, não volta mais”, brinca.

Na estação Brás, onde ocorre a interligação com o Metrô, ela explica que é preciso ter mais uma dose de calma, porque vai enfrentar mais espera e dificuldades para embarcar. “São dez ou onze trens para eu entrar. Só indo lá dentro mesmo para ver”, indica a trabalhadora.
Por volta de 7h30, a lotação vai caindo e uma ou duas pessoas conseguem entrar por cada porta, embora os vagões permaneçam lotados. Além de permanecer em pé é preciso ter força nos braços para se segurar no trem.

De terno e viajando no limite entre vagões, Antonio Carlos de Oliveira viaja em pé e dorme, apesar do balanço dos vagões. “Eu aproveito o trem para descansar”, admite. Segundo ele, é preciso aproveitar as duas horas que passa no trem, em seu trajeto de Itaquera até a Mooca, onde trabalha. “É todo dia assim, não muda, então eu prefiro me desligar um pouco para enfrentar o dia”, afirma.

Mãe e filha

A assistente administrativo Rosivania da Silva viaja sentada com a filha Larissa, de 8 anos, deitada no ombro. Nem todo dia é assim. Conseguir um lugar nos trens que ligam a região metropolitana a São Paulo, em geral, depende muitas vezes de estratégias que demandam mais tempo ainda no transporte coletivo.

Rosivania, por exemplo, mora no município de Itaquaquecetuba e apesar de contar com uma estação de trem na cidade, onde ela poderia embarcar diretamente para a capital paulista, ela prefere embarcar no sentido contrário para, no ponto final, fazer a baldeação e seguir na direção necessária. “A gente pega o trem em Calmon Viana para voltar sentada, senão fica até perigoso para minha filha”, explica.

Na semana, Larissa já tinha sofrido dois acidentes, um empurrão e uma cotovelada de outros passageiros. “A lotação é tanta que chega a machucar a menina”, condena a mãe. No final da tarde, no retorno para casa, quando a menina não consegue lugar para sentar, “vai dormindo sentada no chão do trem”, revela Rosivania. Larissa acompanha a mãe para o trabalho desde os dois anos de idade. “Antes não tinha com quem deixar e agora ela estuda em São Paulo”, explica. 

Segundo a assistente administrativo, é comum o trem quebrar durante o percurso, o que obriga os usuários a saírem do transporte e caminharem na linha. “A condução é cara e quebra muito”. “O governo colocou trem novo, mas tirou os antigos, aí não adianta”, analisa a trabalhadora que passa cerca de três horas diárias dentro dos trens da CPTM.

Mais uma viagem terminada, Larissa desperta no Brás. Por sorte, conseguiram viajar sentadas. Rosivania passou a viagem ouvindo música e acariciando o rosto da filha em seu ombro. A estudante adormeceu e acordou várias vezes no vai e vem da máquina nos trilhos. Ainda não chegaram ao destino final. Para evitar a lotação na transferência para o Metrô no Brás, as duas embarcam em um novo trem para a Luz, onde ela trabalha e a filha estuda.

No último trem da manhã, não há lugares disponíveis. Larissa improvisa. Corre para um lugar vazio, mesmo longe da mãe e senta no chão, sorrindo para a mãe perceber onde está. “É triste ver a filha da gente dormindo no trem, mas ela até está acostumada, não reclama. A vida da gente é mesmo difícil”, reflete Rosivânia. Larissa já abaixou a cabeça e tenta mais uma soneca antes de chegar na Luz e o dia de trabalho e estudo começar para as duas. Quando chegam, torcem para que o resto do dia seja bom.

NOTA DO BLOG: Este é o (Des) Governo Serra/Alckimin do PSDB!

*****Fonte Revista do Brasil.

Vote nos Meus Candidatos!

Galera Indico a Vocês Meus Candidatos Nesta Eleição! No dia 03 de outubro, além de ser o meu aniversário, é dia de Eleição! Leve esta Colinha para votar e não esqueça de levar o Titulo de Eleitor e um Documento com Foto (RG, Carteira de Trabalho, Passaporte, Etc...)

Entenda Por Quê Eu Voto Neles! http://migreme.net/o8k


Abertas Mais de 8 Mil Vagas de Estágio

Estão abertas as inscrições, até 5 de novembro, para 8.430 vagas para estágio em órgãos e entidades da administração pública do Estado de São Paulo. O Programa de Estágio do Governo de SP oferece oportunidades para estudantes de escolas públicas ou privadas, do ensino superior, médio ou técnico.

Do total de 8.430 vagas oferecidas, 6.180 são para alunos de curso superior; 1.351 para quem está no ensino médio; e 899 para os de nível técnico. Inscreva-se, até 5 de novembro, no site da Fundap (Fundação de Desenvolvimento Administrativo), no link Programa de Estágios. A taxa de inscrição é de R$ 15.

Além da bolsa-auxílio, que varia de R$ 420 a R$ 750, quem for selecionado recebe auxílio transporte e férias de 30 dias ou proporcional ao período trabalhado. O contrato é de um ano, mas pode ser prorrogado por mais 1 ano. 

A prova acontece no dia 12 de dezembro e terá 30 questões de múltipla escolha, que irá avaliar o domínio em língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais. O exame tem três horas de duração e rolas nas seguintes cidades: Adamantina, Andradina, Araçatuba, Araraquara, Assis, Avaré, Barretos, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Caraguatatuba, Catanduva, Cubatão, Franca, Guarulhos, Guaratinguetá, Itanhaém, Itapetininga, Itapeva, Jaboticabal, Jales, Jaú, Jundiaí, Lins, Marília, Osasco, Ourinhos, Pariquera-Açu, Piracicaba, Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Registro, Ribeirão Preto, Rio Claro, São Bernardo do Campo, São Carlos, São Joaquim da Barra, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Santos, Sorocaba, Suzano, Taboão da Serra, Taquaritinga, Votuporanga.

Serviço
Programa de Estágio
Número de vagas: 8.430
Até quando: até 5 de novembro
Inscrição: http://www.fundap.sp.gov.br/
Taxa: R$ 15,00
Prova: 12 de dezembro

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Campanha Suja na Net 01!

Ultimamente está tendo um bombardeio de mentiras e boatos contra Dilma, decidi então fazer esta postagem, com várias matérias que desmentem a boataria contra Dilma!

A morte de Mário Kosel Filho:

A Ficha Falsa de Dilma Rousseff na ditadura  

O porteiro que desistiu de trabalhar para receber o Bolsa-Família

Marília Gabriela desmente email falso  

Dilma não pode entrar nos Estados Unidos  

Foto de Dilma ao lado de um fuzíl é uma montagem barata  

Lula/Dilma sucatearam a classe média (B) em 8 anos:  

Email de Dora Kramer sobre Arnaldo Jabor é montagem 

Matéria sobre Dilma em jornais canadenses é falsa:  

Declarações de Dilma sobre Jesus Cristo – mais um email falso:

Fraude nas urnas com chip chinês – falsidade que beira o ridículo:

Vídeo de Hugo Chaves pedindo votos a Dilma é falso:

Matéria sobre amante lésbica de Dilma é invenção:

Michel Temer não é satanista, veja o desmentido:

Candidatura de Dilma será impugnada pelo Ficha Limpa. MENTIRA 

*****Fonte: Blog Seja Dita a Verdade

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Artigo: Quadro Partidário Paga o Preço do Passado

Por Maria Inês Nassif

23/09/2010

Não se constroem partidos do nada. Foi um excessivo otimismo imaginar que o Brasil iria sair de uma ditadura de 21 anos, 13 deles com partidos legais construídos à imagem e semelhança do regime ditatorial, e de imediato iriam surgir partidos orgânicos e prontos para a democracia que se conquistava. Mais que isso, era difícil imaginar que as definições partidárias ocorreriam sem que o país pagasse pelo arcaísmo político embalado não apenas pelo regime militar, mas também pelo período democrático de 1945-1964 e pelo varguismo. Antes do bipartidarismo, o crescimento do PTB acabou desequilibrando um poder político oligárquico, que se compunha conforme suas conveniências para conseguir chegar ao poder pelo voto, e uma oposição desenraizada das bases que namorou e acabou casando com o golpismo.

Não se apaga o passado político, muito menos por ato institucional. A ditadura, que se justificava como um "contra-golpe" à ação das esquerdas que se organizavam em lutas populares, acabou com os partidos políticos mas não com as oligarquias; matou na base um partido de massas, o PTB, que começava a se cristalizar; desorganizou os movimentos populares que poderiam dar massa orgânica aos partidos; reforçou nas elites a percepção de que o Brasil precisa sempre um poder "moderador", seja um rei, as Forças Armadas ou uma elite com um enorme poder de pressão sobre a máquina de governo, o Congresso e os partidos tradicionais. 

envolvimento de elites que deram decisivo apoio, no momento seguinte, aos movimentos pela redemocratização, deu aos partidos que se definiam, nesse momento, à direita, à esquerda ou ao centro, a impressão de que levaram juntos consensos que seriam eternos. Os movimentos de massa pelas eleições diretas, depois pelas eleições de Tancredo Neves, foram raros momentos de unidade efetiva entre partidos e massas. Uma ilusão de consenso idílico. 

No momento da normalização democrática, construir partidos com bases e dar composição orgânica a eles tornou o pós-ditadura menos idílico. Sem know-how de partidos de massas, o Brasil se viu novamente construindo acordos partidários com as velhas oligarquias e construindo novas - o antigo MDB foi uma fonte inestimável de formação de "oligarquias emergentes". A origem do atual quadro partidário são três: a Arena, que trouxe junto a UDN e parte do PSD; o MDB, que captou os antigos trabalhistas, parte do PSD e outros partidos; e os movimentos de massa que construíram o sindicalismo dos anos 80 e as grandes mobilizações de rua pró-Diretas e pró-Tancredo.

De todo o quadro partidário pós-ditadura, o que deve sobrar no pós-Lula é o PT, que fugiu ao modelo dos demais partidos, o PSB, que fica no meio do caminho e os pequenos partidos ideológicos. Vinte e cinco anos depois da ditadura, o país amarga de novo um momento de enorme instabilidade partidária. Depois das eleições, com ou sem dificuldades legais para a formação de novos partidos ou para realinhamento partidário dos atores políticos, será inevitável que isso aconteça.

O problema é que deve acontecer uma reestruturação partidária à imagem e semelhança da ocorrida a partir de 1979, quando a formação de partidos seguiu mais a lógica de interesses regionais de grupos políticos, ou o interesse pessoal de lideranças, do que propriamente o alinhamento ideológico.

Ainda assim, como os partidos - à exceção do PT, o único que construiu e manteve uma estrutura partidária mais orgânica -, no modelo atual, não conseguem sobreviver muito tempo longe do poder, que alimenta os apoios a nível regional, o realinhamento deve ocorrer muito mais em torno do governo eleito do que propriamente uma rearticulação da oposição. A oposição, se não apresentar uma alternativa menos udenista para os políticos que estão se desinfileirando de propostas mais radicais, corre o risco de inchar o PMDB - um jeito de aderir ao governo recém-eleito e provavelmente com maioria parlamentar sem dizer que está aderindo.

O problema é que, o que sobrar de oposição, terá uma força mínima dentro do Congresso. A tentação do udenismo, nessa situação, aumenta muito. A instabilidade partidária, nesse caso, pode ser um fator de desestabilização da própria democracia.

Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras   no Valor. E-mail maria.inesnassif@valor.com.br

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Procurando Grana Para Seu Projeto Esportivo?

Desenvolve algum projeto esportivo ou paraesportivo? A sua ideia atua em comunidades e tem como principal objetivo a inclusão social? Se liga! A Oi Futuro lança pela primeira vez um edital nacional para apoio institucional e financeiro. 

As inscrições vão até 26 de outubro. Para participar, o projeto tem que ser desenvolvido por organizações sem fim lucrativos e devidamente legalizadas. Além disso, é necessário ser aprovado nos termos da Lei Federal de Incentivo ao Esporte e nas Leis Estaduais até o dia 30 de outubro de 2010. 

Mas o primeiro passo é se inscrever, exclusivamente, pelo site do Oi Futuro por meio do preenchimento do formulário de inscrição. Leia também aqui o regulamento. Além da proposta, se tiver conteúdos adicionais, como imagens, apresentações, vídeos, etc, envie para o seguinte endereço: Oi Futuro / Programa Oi de Patrocínio Esportivo Incentivado 2010 – Rua Dois de Dezembro, 107 / 5º andar – Flamengo – Rio de Janeiro / RJ – CEP 22.220-040.

Um grupo de especialistas irá selecionar os projetos, levando em consideração critérios como a contribuição para promover a educação, a preservação do meio ambiente e a integração das pessoas e comunidades. Após a seleção, o Oi Futuro vai acompanhar a implantação de cada iniciativa, auxiliando na gestão e na avaliação do impacto das atividades.

Para Itaquá Avançar Junto Com o Brasil!

ELEIÇÕES 2010! PARA SEGUIR MUDANDO!

Galera em menos de 15 dias haverá as eleições no Brasil, uma verdadeira festa da Democracia, na qual o povo é protagonista. Dia 03 de outubro além de ser meu aniversário (Hehe!) é o dia que o Povo tem o  Poder nas mãos para escolher o futuro do nosso amado Brasil.

Quero Pedir Seu Voto Para Meus Candidat@s!

Deputado Estadual: Peço seu voto para ZICO PRADO 13.123! apóio Zico pela sua simplicidade e brilhante atuação na Assembléia Legislativa de SP, ele foi o autor de diversos requerimentos que sempre ajudaram Itaquá, como a Criação da EE Jardim São Paulo, e iluminação pública do Bairro Vila Esperança, e a conquista das linhas de ônibus para a Região da Quinta da Boa Vista, entre outros projetos.

Deputado Federal: Peço seu voto para ZARATTINI 1370! O Criador do Bilhete Único! Apoiei ele em 2006 e nesses quase 4 anos de mandato do Zarattini, consegui em parceria com ele trazer mais de 1 milhão de reais em investimento para Itaquaquecetuba, além disso ele é o autor da Lei do Bilhete Único Metropolitano que vai beneficiar nossa Cidade!

Para Senadores: Peço seu voto para MARTA 133 e NETINHO 650! Apóio Marta Suplicy pelo seu brilhante trabalho a frente da Prefeitura de São Paulo e por que Dilma vai precisar de uma mulher de fibra como Marta no Senado, para aprovar os bons projetos para o Povo Brasileiro. Apóio Netinho Senador por ele ser um mano do povo e pela sua brilhante atuação na Câmara dos Vereadores de São Paulo! 

Governador: Peço seu voto para MERCADANTE 13! Em 16 anos de Governo Tucano, Itaquá recebeu 02 Fundações Casa (Febéns), a ampliação do Lixão e agora vai ganhar um cadeião! Para dar um basta a este desrespeito devemos votar para mudar! Votar Mercadante é votar por + Educação, + Saúde e + Emprego. Mercadante é autor da indicação para que Itaquá receba um Instituto Federal de Tecnologia do Governo Federal!

Presidente: Peço seu voto para DILMA 13! O Brasil mudou e avançou com o Governo Lula! Para dar continuidade a tudo que foi feito Dilma deve ser eleita Presidente! Só em Itaquá temos mais de 15 mil familias que recebem o Bolsa Família, temos o PETI, centenas de jovens do PROUNI e por ano recebemos mais de 80 milhões de reais do Governo Federal, nos tempos de FHC não chegava a 30 milhões! Para avançar ainda mais é Dilma Presidente!!!

Reflitam, pensem bem, não jogue seu voto no lixo! Nossa Cidade já sofreu muito, está na hora de mudá-la! Contem comigo na luta por uma Itaquá melhor, contem com o PT para Itaquá avançar e sair do século XIX! Precisamos renovar, Precisamos de gente que trabalha de verdade para mudar Itaquaquecetuba!

*****Escrito Por Marcello Barbosa, Secretário Municipal da Juventude do PT de Itaquaquecetuba, Coordenador de Finanças da JPT do Alto Tietê e Membro do CONSEG – Itaquá.

Movimento Mudança e as Eleições

O Brasil está mudando. Os últimos 8 anos do Governo deixaram lições fundamentais que precisam ser compreendidas. Quando comparamos o Brasil de FHC com o Brasil de Lula, vemos que só agora a democracia está se constituindo em nosso país, causando uma mobilidade social de mais de 54 milhões de pessoas. Sua intervenção internacional construiu acordos multilaterais com países e blocos econômicos alternativos ao império econômico estadunidense e atacou firmemente as políticas neoliberais que condenaram o mundo à bancarrota do sistema financeiro.

O Governo do Presidente Lula fez com que o povo brasileiro acreditasse mais em seu país e em si mesmo. Aos poucos, tem garantido aos brasileiros acesso a direitos básicos e essenciais, como saúde, trabalho, moradia, cultura, esporte, lazer, alimentação e educação. A juventude foi retirada do rótulo de problema, violência, drogas e colocada no centro do debate de desenvolvimento, inclusão, cultura, educação e trabalho, sendo beneficiada com a criação da Secretaria e do Conselho Nacional de Juventude. Só nesse Governo, mais de 700 mil jovens têm bolsas de estudos nas Universidades particulares, através do Programa Universidade para Todos. Além disso, até o final deste ano, teremos 16 novas Universidades Federais aprovadas neste Governo e a construção de 134 novos campi/extensões, o que dobrará o número de matrículas nas instituições federais. 214 escolas técnicas serão construídas ate 2010, ofertando cerca de 500 mil novas vagas.

O Movimento Mudança entende e defende que nesse momento eleitoral a única candidatura que terá condições de continuar as mudanças iniciadas pelo Lula é a candidata Dilma Rousseff (PT). Seu projeto é o único que reflete a pluralidade do povo brasileiro e que consegue combinar desenvolvimento econômico, com inclusão social e distribuição de renda, nos dando a garantia de que todas as conquistas destes últimos 8 anos não retrocedam.
Mas o Brasil que temos ainda não é o Brasil que queremos. Nosso país não poderá ser democrático nem soberano quando poucas famílias controlam os principais meios de comunicação, ou quando 60% das nossas terras estão nas mãos de 1% da população ou sob domínio de estrangeiros, ou, ainda, quando seus espaços de representação e participação política são controlados por pouca gente. Diante disso, continuaremos na defesa da democratização da comunicação e da informação, da Reforma Agrária, da Reforma Política e de tantas outras bandeiras necessárias para fazer do Brasil um país de todos e todas. Estaremos sempre a favor da igualdade, da democracia, da educação, da inclusão. Contra a opressão, o neo-liberalismo, o preconceito, a entrega das estatais e o sucateamento da educação.

Nós temos condições reais de eleger um governo democrático e popular, e de durante todo o mandato, disputar seus rumos. A UNE e o conjunto dos movimentos sociais acertaram quando fizeram a opção de pautar o desemprego, a desinformação, a desigualdade, o preconceito, a soberania e esse acerto se comprova na prática, quando nos vemos diante de uma nação em desenvolvimento sendo respeitada pelo seu povo e pelo mundo. Com autonomia e diálogo, caminhamos a passos largos e queremos no próximo período avançar muito mais nessa caminhada. Por isso, não podemos perder tempo. Garantir a vitória de Dilma Rousseff com amplo apoio popular dá aos movimentos sociais peso suficiente para que possamos continuar lutando pelo que o Governo do Presidente Lula ainda não conseguiu avançar!

Sabemos que será difícil, porque existem setores conservadores que também compõem esse campo representado pela candidatura da Dilma e, assim como o povo trabalhador, sabem que também têm muito a ganhar. Portanto, a unidade e a organização dos movimentos sociais, do povo trabalhador e dos estudantes são imprescindíveis para fazermos a pressão necessária e disputar o Brasil que queremos contra esses setores mais conservadores.

Nessas eleições, vamos afirmar que somos a mesma juventude que lutou contra a ditadura militar, que foi a geração cara-pintada, que garantiu as riquezas do Brasil para o Brasil, e agora vê na continuidade do projeto popular democrático a possibilidade de alçar ainda mais vôos na direção da soberania nacional. Apresentamos-nos à luta, na esperança de garantir nossa parcela de contribuição para construção de um Brasil democrático e popular! 

*****Movimento Mudança

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

CAT abre vagas para quem tem o ensino médio ou fundamental



Se você tem mais de 18 anos, possui o ensino médio ou fundamental completo e experiência de 6 meses, as unidades do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) estão com inscrições abertas para 440 vagas em padarias da cidade de São Paulo. Os cargos e salários variam, de R$ 700 a R$ 2.000, conforme a função e padaria. 

Das 440 vagas, 106 são para copeiro, 42 ajudantes de cozinha, 29 ajudantes de padeiro, 56 balconistas, 45 garçons, 34 caixas, 25 atendentes de balcão, 19 auxiliares de confeitaria, 14 lancheiros, 12 padeiros, 12 motoboys, 10 confeiteiros, 3 chapistas, 5 chefes de confeitaria, 4 chefes de cozinha, 4 ajudantes de confeiteiro, 2 mestres padeiros, 4 churrasqueiros, 1 cozinheiro,  3 recepcionistas, 6 repositores e 5 faxineiros.

Curtiu? Então se liga! Para participar é preciso ter experiência mínima de seis meses na função que deseja se candidatar. Também verifique se a vaga exige conclusão do ensino médio o fundamental. Os salários variam de R$ 700 a R$ 2.000. 

Faça sua inscrição na unidade do CAT mais próxima da sua casa. Leve RG, Carteira de Trabalho e CPF. O horário de atendimento dos postos é de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, e aos sábados das 7h às 13h. 


CAT Luz
Av. Prestes Maia, 913/919

CAT Itaquera
Rua Gregório Ramalho, 12

CAT Itaim Paulista
Av. Marechal Tito, 3.012

CAT Santana
Rua Voluntários da Pátria, 1.553

CAT Casa Verde
Av. Ordem e Progresso, 1.001

CAT Lapa I
Rua Monteiro de Melo, 342

CAT Interlagos
Av. Interlagos, 6.122

CAT Jabaquara
Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2.314

SP tem o pior ensino técnico e tecnológico do Brasil

Serra tem dito que apóia a educação técnica e tecnológica. Porém, não é isso que a história nos mostra. O governo FHC/Serra conseguiu inviabilizar a expansão deste ensino no Brasil, com uma lei que proibia o repasse de verbas do governo federal para manutenção de escolas técnicas, deixando para o Ministério da Educação apenas a obrigação de construir estes estabelecimentos educacionais sem mantê-los.

Contudo, essa foi somente uma ação de um plano maior de desmonte do ensino técnico e tecnológico brasileiro. “Fundamentalmente, as medidas do governo FHC foram para desqualificar o ensino técnico”, explica o ex-diretor da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e membro do comando das escolas técnicas de São Paulo, entre 1996 e 1998, professor Alexandre Linares.


O professor analisa que uma das medidas que causou maior prejuízo social foi a separação do ensino técnico do médio. “Isso criou um problema para os jovens que tinham de trabalhar e estudar. Você tinha a opção de estudar dois turnos, mas isso impedia os jovens de trabalhar e onerava ainda mais seus estudos”, conta o professor.


Além disso, os jovens precisavam passar um ano e meio a mais em sala de aula para entrar no mercado de trabalho, o que causou um prejuízo social enorme. “Nesse modelo dos tucanos, os jovens demoravam mais tempo para começar a trabalhar”, critica Linares.


Para o professor, o pior ensino técnico que o Brasil já teve “foi o dos tucanos”, e inclui os governadores Mário Covas (1995-2001), Geraldo Alckmin (2001-2006) e José Serra como responsáveis diretos no estado de São Paulo pela desarticulação do ensino técnico e tecnológico.


Governo Lula/Dilma –
É simples entender a revolução no ensino técnico e tecnológico promovida pelo Governo Lula/Dilma. Basta dizer que, durante 94 anos (1909-2003), todos os governos brasileiros conseguiram construir apenas 140 escolas técnicas. Em sete anos e meio, o Governo Lula/Dilma já fez 136 novas escolas técnicas e vai entregar mais 78 até dezembro.

O
Governo Lula/Dilma alcançará, até o fim de 2010, a meta de colocar em funcionamento 214 novas escolas técnicas, o que triplicará a oferta de matrículas. Em 2003, durante a gestão FHC/Serra, só existiam 160 mil vagas em cursos técnicos e tecnológicos no sistema público de educação. O Governo Lula/Dilma vai chegar a meio milhão de matrículas.

“Quero assumir o compromisso: vamos fazer mais escolas técnicas e oferecer mais vagas. Nossa meta é um milhão de alunos matriculados ainda nesta década que se inicia em 2011. Até 2014, queremos construir uma escola em cada município com mais de 50 mil habitantes. E, aí, nós vamos ter escolas de ponta a ponta do Brasil” afirma a candidata do
PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.

Segundo
Dilma Rousseff, “a escola profissionalizante é uma oportunidade muito grande para os jovens, que conseguem empregos de melhor qualidade a partir do momento em que recebem o diploma que atesta a sua qualificação técnica. É também uma vantagem para quem cursa o ensino técnico sair da escola com um diploma de nível médio.”

*****Fonte: http://www.galeradadilma.com.br
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