sexta-feira, 28 de março de 2014

Unicef contrata consultor de mídias sociais. Salário de R$ 8 mil

Cargo é temporário e tem duração de onze meses. Salário é de R$ 8 mil reais

Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) está contratando um consultor para apoiar a implementação da estratégia de mídias sociais no Brasil.
O foco do trabalho é a promoção das mensagens da Unicef e engajamento com diferentes públicos.
O trabalho terá duração de 11 meses e vai ser realizado no escritório de Brasília da organização. O salário oferecido é de R$ 8 mil reais.
É necessário ter graduação completa em Comunicação Social ou área correlata e três anos de experiência com redes sociais.
As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de abril. Clique aqui para participar e ver mais informações.

Fundação Biblioteca Nacional divulga edital para novo concurso público

Reproduzo postagem do site Gira SP!

Fundação Biblioteca Nacional (FBN) publicou nesta terça-feira (dia 27), no Diário Oficial da União (DOU), o edital do concurso público que oferece 40 vagas de nível superior em cargos do Plano Especial de Cargos da Cultura – PECC.
As inscrições serão feitas somente via internet, das 14h do dia 9 de abril às 23h59 do dia 8 de maio de 2014, no site do Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan). A taxa de inscrição é de R$ 54.
As funções são para profissionais com formação de Bibliotecário (20 vagas) e Técnico em Documentação I nas áreas de Biblioteconomia (13 vagas) e Arquivologia (7 vagas).
O salário é de R$ 4.247,82, acrescido de auxílio pré-escola, alimentação e transporte, além de assistência-saúde complementar. E a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.
Para ter acesso ao edital completo, clique AQUI.

Conheça Melhor o Novo Código Comercial

Reproduzo a seguir um texto da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo fala sobre o Projeto de Lei nº 1.572, de 2011, de autoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP) e que reformula e moderniza o Código Comercial Brasileiro. Além disso você pode ter acesso a Cartilha do Novo Código Comercial.

Cartilha do Novo Código Comercial

Tramita atualmente no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 1.572, de 2011, de autoria do deputado Vicente Cândido (PT-SP) e que dá nova redação ao Código Comercial Brasileiro.
O Novo Código Comercial, como vem sendo chamado, é um conjunto de regras que visam melhor disciplinar as relações jurídicas entre empresas e empresários. Mas não pense você que é algo que interessa apenas ao mundo empresarial.

O texto legal em discussão interferirá, também, na vida de cada cidadão brasileiro. Ao reduzir as amarras que travam o crescimento da atividade empresarial no País, o Novo Código poderá levar desenvolvimento econômico, social e cultural às comunidades. Reforça-se, assim, a função social das empresas.

Nesta cartilha, você é convidado a conhecer um pouco mais sobre o novo Código Comercial e seu impacto no cotidiano de empresários e consumidores em todo o Brasil.

Baixe a cartilha Aqui! ou Baixe a cartilha Aqui!

terça-feira, 25 de março de 2014

ENQUETE NÃO CIENTIFICA: Avalie o Governo Mamoru Nakashima em Itaquaquecetuba

Antes que queiram ou tentem me processar, deixo claro que esta Enquete é uma mera sondagem, não estatística, não oficial e não cientifica sobre a avaliação do atual Governo Municipal. Como blogueiro quero sondar meu público!

Até o dia 25 de maio de 2014 estará no ar esta enquete, onde as pessoas que acessam meu Blog poderão opinar sobre o atual Governo. as opções são as seguintes: "Ótimo", "Bom", "Regular", "Ruim", "Péssimo" e "Não Sei Avaliar". Contando dessa data são 61 dias no ar.

Regras da Enquete:
1 - Ela ficará no ar até o dia 25 de maio de 2014 até as 17h00. 
2 - Cada pessoa terá direito a apenas 01 (um) voto por ID, e cada pessoa poderá alterar seu voto se assim desejar;
3 - Todo Comentário na enquete deve ser feito nesta postagem, todos serão publicados, com exceção dos comentários que tenham falta de respeito e sejam anônimos;
4 - Finalizado o prazo de 60 dias de Enquete aberta, farei uma postagem com o Resultado Final e todos os comentários.

Por Que Confiar neste Blog?
1 - Essa enquete é segura pq ela é feita com um dispositivo do Blogspot, ou seja impossivel de frauda-la.
2 - Este Blog possui a média de 300 acessos por dia, dos quais 200 são de Itaquaquecetuba, um público considerável;

Vamos Votar Galera! A Enquete se encontra acima no canto direito do Blog


segunda-feira, 24 de março de 2014

Dez Razões Para Não Ter Saudades da Ditadura

Herzog, Jornalista preso pelos Militares por exercer sua profissão. Torturado e assassinado covardemente. Quem ainda defende o regime Militar, tem o sangue de Herzog e outras centenas de vitimas em suas mãos
Reproduzo a seguir um excelente texto do Jornalista Carlos Madeiro que foi publicado no Portal UOL. Este texto ajuda a desmentir os porcos saudosistas da Ditadura Militar que assolou nosso Brasil de 1964 até 1985. O texto é longo mas vale muito a pena ler!

Dez razões para não ter saudades da ditadura

1. Tortura e ausência de direitos humanos
As torturas e assassinatos foram a marca mais violenta do período da ditadura. Pensar em direitos humanos era apenas um sonho. Havia até um manual de como os militares deveriam  torturar para extrair confissões, com práticas como choques, afogamentos e sufocamentos.

Os direitos humanos não prosperavam, já que tudo ocorria nos porões das unidades do Exército.

"As restrições às liberdades e à participação política reduziram a capacidade cidadã de atuar na esfera pública e empobreceram a circulação de ideias no país", diz o diretor-executivo da Anistia Internacional Brasil, Atila Roque. 

Sem os direitos humanos, as torturas contra os opositores ao regime prosperaram. Até hoje a Comissão Nacional de Verdade busca dados e números exatos de vítimas do regime. 

"Os agentes da ditadura perpetraram crimes contra a humanidade --tortura, estupro, assassinato, desaparecimento-- que vitimaram opositores do regime e implantaram um clima de terror que marcou profundamente a geração que viveu o período mais duro do regime militar", afirma. 

Para Roque, o Brasil ainda convive com um legado de "violência e impunidade" deixado pela militarização. "Isso persiste em algumas esferas do Estado, muito especialmente nos campos da justiça e da segurança pública, onde tortura e execuções ainda fazem parte dos problemas graves que enfrentamos", complementa.

2. Censura e ataque à imprensa
Uma das marcas mais conhecidas da ditadura foi a censura. Ela atingiu a produção artística e controlou com pulso firme a imprensa. 

Os militares criaram o "Conselho Superior de Censura", que fiscalizava e enviava ao Tribunal da Censura os jornalistas e meios de comunicação que burlassem as regras. Os que não seguissem as regras e ousassem fazer críticas ao país, sofriam retaliação --cunhou-se até o slogan "Brasil, ame-o ou deixe-o." 

Não são raras histórias de jornalistas que viveram problemas no período. "Numa visita do presidente (Ernesto) Geisel a Alagoas, achamos de colocar as manchetes no jornalismo da TV: 'Geisel chega a Maceió; Ratos invadem a Pajuçara'. Telefonaram da polícia para o Pedro Collor [então diretor do grupo] e ele nos chamou na sala dele e tivemos que engolir o afastamento do jornalista Joaquim Alves, que havia feito a matéria dos ratos", conta o jornalista Iremar Marinho, citando que as redações eram visitadas quase que diariamente por policiais federais. 

Para cercear o direito dos jornalistas, foi criada, em 1967, a Lei de Imprensa. Ela previa multas pesadas e até fechamento de veículos e prisão para os profissionais. A lei só foi revogada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2009. 

Muitos jornalistas sofreram processos com base na lei mesmo após a redemocratização. "Fui processado em 1999 porque publiquei declaração de Fulano contra Beltrano. A Lei de Imprensa da Ditadura permitia isso: punir o mensageiro, que é o jornalista", conta o jornalista e blogueiro do UOL, Mário Magalhães. 

3. Amazônia e índios sob risco 
No governo militar, teve início um processo amplo de devastação da Amazônia. O general Castelo Branco disse, certa vez, que era preciso "integrar para não entregar" a Amazônia. A partir dali, começou o desmatamento e muitos dos que se opuseram morreram.

"Ribeirinhos, índios e quilombolas foram duramente reprimidos tanto ou mais que os moradores das grandes cidades", diz a jornalista paraense e pesquisadora do tema, Helena Palmquist.

A ideia dos militares era que Amazônia era "terra sem homens", e deveria ser ocupada por "homens sem terra do Nordeste." Obras como as usinas hidrelétricas de Tucuruí e Balbina também não tiveram impactos ambientais ou sociais previamente analisados, nem houve compensação aos moradores que deixaram as áreas alagadas. Até hoje, milhares que saíram para dar lugar às usinas não foram indenizados.

A luta pela terra foi sangrenta. "Os Panarás, conhecidos como índios gigantes, perderam dois terços de sua população com a construção da BR-163 --que liga Cuiabá a Santarém (PA). Dois mil Waimiri-Atroaris, do Amazonas, foram assassinados e desaparecidos pelo regime militar para as obras da BR-174. Nove aldeias desse povo desapareceram e há relatos de que pelo menos uma foi bombardeada com gás letal por homens do Exército", afirma.

4. Baixa representação política e sindical
Um dos primeiros direitos outorgados aos militares na ditadura foi a possibilidade do governo suspender os direitos políticos do cidadão. Em outubro de 1965, o Ato Institucional número 2 acabou com o multipartidarismo e autorizou a existência de apenas dois: a Arena, dos governistas, e o MDB, da oposição.

O problema é que existiam diversas siglas, que tiveram de ser aglutinadas em um único bloco, o que fragilizou a oposição. "Foi uma camisa-de-força que inibiu, proibiu e dificultou a expressão político-partidária. A oposição ficou muito mal acomodada, e as forças tiveram que conviver com grandes contradições", diz o cientista político da Universidade Federal de Pernambuco, Michael Zaidan.

As representações sindicais também foram duramente atingidas por serem controladas com pulso forte pelo Ministério do Trabalho. Isso gerou um enfraquecimento dos sindicatos, especialmente na primeira metade do período de repressão. 

"Existiam as leis trabalhistas, mas para que elas sejam cumpridas, com os reajustes, é absolutamente necessário que os sindicatos judicializem, intervenham para que os patrões respeitem. Essas liberdades foram reprimidas à época. Os sindicatos eram compostos mais por agentes do governo que trabalhadores", lembra Zaidan.

5. Saúde pública fragilizada
Se a saúde pública hoje está longe do ideal, ela ainda era mais restrita no regime militar. O Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) era responsável pelo atendimento, com seus hospitais, mas era exclusivo aos trabalhadores formais. 

"A imensa maioria da população não tinha acesso", conta o cardiologista e sindicalista Mário Fernando Lins, que atuou na época da ditadura. Surgiu então a prestação de serviço pago, com hospitais e clínicas privadas.

"Somente após 1988 é que foi adotado o SUS (Sistema Único de Saúde), que hoje atende a uma parcela de 80% da população", diz Lins.

Em 1976, quase 98% das internações eram feitas em hospitais privados. Além disso, o modelo hospitalar adotado fez com a que a assistência primária fosse relegada a um segundo plano. Não existiam planos de saúde, e o saneamento básico chegava a poucas localidades. "As doenças infectocontagiosas, como tuberculose, eram fonte de constante preocupação dos médicos", afirma Lins. 

Segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), "entre 1965/1970 reduz-se significativamente a velocidade da queda [da mortalidade infantil], refletindo, por certo, a crise social econômica vivenciada pelo país". 

6. Linha dura na educação 
A educação brasileira passou por mudanças intensas na ditadura. "O grande problema foi o controle sobre informações e ideologia, com o engessamento do currículo e da pressão sobre o cotidiano da sala de aula", sintetiza o historiador e professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Sávio Almeida. 

As disciplinas de filosofia e sociologia foram substituídas pela de OSPB (Organização Social e Política Brasileira, caracterizada pela transmissão da ideologia do regime autoritário, exaltando o nacionalismo e o civismo dos alunos e, segundo especialistas, privilegiando o ensino de informações factuais em detrimento da reflexão e da análise) e Educação, Moral e Cívica. Ao mesmo tempo, com o baixo índice de investimento na escola pública, as unidades privadas prosperaram.

Na área de alfabetização, a grande aposta era o Mobral (Movimento Brasileiro para Alfabetização), uma resposta do regime militar ao método elaborado pelo educador Paulo Freire, que ajudou a erradicar o analfabetismo no mundo na mesma época em que foi considerado "subversivo" pelo governo e exilado. Segundo o estudo "Mapa do Analfabetismo no Brasil", do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), do Ministério da Educação, o Mobral foi um "retumbante fracasso."

Os problemas também chegaram às universidades, com o afastamento delas dos centros urbanos e a introdução do sistema de crédito. "A intenção do regime era evitar aglomeração perto do centro, enquanto o sistema de crédito foi criado para dispersar os alunos e não criar grupos", diz  o historiador e vice-reitor do Fejal (Fundação Educacional Jayme de Altavila), Douglas Apratto.

7. Corrupção e falta de transparência 
No período da ditadura, era praticamente impossível imaginar a sociedade civil organizada atuando para controlar gastos ou denunciando corrupção. Não havia conselhos fiscalizatórios e, com a dissolução do Congresso Nacional, as contas públicas não eram analisadas, nem havia publicidade dos gastos públicos, como é hoje obrigatório.

"O maior antídoto da corrupção é a transparência. Durante a ditadura, tivemos o oposto disso. Os desvios foram muitos, mas acobertados pela força das baionetas", afirma o juiz e um dos autores da Lei da Ficha Limpa, Márlon Reis. 

Reis afirma que, ao contrário dos anos de chumbo, hoje existem órgãos fiscalizatórios, imprensa e oposição livres e maior publicidade dos casos. "Estamos muito melhor agora, pois podemos reagir", diz.

Outro ponto sempre questionado no período de ditadura foram os recursos investidos em obras de grande porte, cujos gastos eram mantidos em sigilo. 

"Obras faraônicas como Itaipu, Transamazônica e Ferrovia do Aço, por exemplo, foram realizadas sem qualquer possibilidade de controle. Nunca saberemos o montante desviado", disse Reis. "Durante a ditadura, a corrupção não foi uma política de governo, mas de Estado, uma vez que seu principal escopo foi a defesa de interesses econômicos de grupos particulares."

8. Nordeste mais pobre e migração
A consolidação do Nordeste como região mais pobre do país teve grande participação do governo do militares. "Nenhuma região mudou tanto a economia como o Nordeste", diz o doutor em economia regional Cícero Péricles Carvalho, professor da Universidade Federal de Alagoas. 

Com as políticas adotadas, a região teve um crescimento da pobreza. "Terminada a ditadura, o Nordeste mantinha os piores indicadores nacionais de índices de esperança de vida ao nascer, mortalidade infantil e alfabetização. Entre 1970 e 1990, o número de pobres no Nordeste aumentou de 19,4 milhões para 23,7 milhões, e sua participação no total de pobres do país subiu de 43% para 53%", afirma Péricles

O crescimento urbano registrado teve como efeito colateral a migração desregulada. "O modelo urbano-industrial reduziu as atividades agropecuárias, que eram determinantes na riqueza regional, com 41% do PIB, para apenas 14% do total em 1990", diz Péricles. 

Enquanto o campo era relegado, as atividades urbanas saltaram, na área industrial, de 12% para 28% e, na área do comércio e serviços, de 47% para 58%. 

"A migração gerou mais pobreza nas cidades, sem diminuir a miséria no campo. A população do campo reduziu-se a um terço entre 1960 e 1990", acrescenta Péricles. 

9. Desigualdade: bolo cresceu, mas não foi dividido
"É preciso fazer o bolo crescer para depois dividi-lo". A frase do então ministro da Fazenda Delfim Netto é, até hoje, uma das mais lembradas do regime militar. Mas o tempo mostrou que o bolo cresceu, sim, ficou conhecido como "milagre brasileiro", mas poucos comeram fatias dele.

A distribuição de renda entre os estratos sociais ficou mais polarizada durante o regime: os 10% dos mais ricos que tinham 38% da renda em 1960 e chegaram a 51% da renda em 1980. Já os mais pobres, que tinham 17% da renda nacional em 1960, decaíram para 12% duas décadas depois.

Assim, na ditadura houve um aumento das desigualdades sociais. "Isso levou o país ao topo desse ranking mundial", diz o professor de Economia da Universidade Federal de Alagoas, Cícero Péricles.

Entre 1968 e 1973, o Brasil cresceu acima de 10% ao ano. Mas, em contrapartida, o salário mínimo --que vinha recuperando o poder de compra nos anos 1960-- perdeu com o golpe. "Em 1974, em pleno 'milagre', o poder de compra dele representava a metade do que era em 1960", acrescenta Péricles. 

"As altas taxas de crescimento significavam mais oportunidades de lucros altos, renda e crédito para consumo de bens duráveis; para os mais pobres, assalariados ou informais, restava a manutenção de sua pobreza anterior", explica o economista. 

10. Precarização do trabalho
Apesar de viver o "milagre brasileiro", a ditadura trouxe defasagem aos salários dos trabalhadores. "Nossa última ditadura cívico-militar foi, em certo ponto, economicamente exitosa porque permitiu a asfixia ao trabalho e, por consequência, a taxa salarial média", diz o doutor em ciências sociais e blogueiro do UOL, Leonardo Sakamoto.

Na época da ditadura, a lei de greve, criada em 1964, sujeitava as paralisações de trabalhadores  à intervenção do Poder Executivo e do Ministério Público. "Ir à Justiça do Trabalho para reclamar direitos era possível, mas pouco usual e os pedidos eram minguados", explica Sakamoto.

"Nada é tão atrativo ao capital do que a possibilidade de exercício de um poder monolítico, sem questionamentos", diz Sakamoto, que cita a asfixia dos sindicatos, a falta de liberdade de imprensa e política foram "tão atraentes a investidores que isso transformou a ditadura brasileira e o atual regime político e econômico chinês em registros históricos de como crescimento econômico acelerado e a violência institucional podem caminhar lado a lado".

*Fonte: UOL

sexta-feira, 21 de março de 2014

Convocação de professores aprovados no Concurso Público 01/12 de Itaquaquecetuba

Secretaria Municipal de Educação convoca professores aprovados em concurso

A Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Educação (Semecti) está convocando os professores aprovados no Concurso 01/12 para o preenchimento de vagas para “Professor Titular de Educação Infantil (40 vagas)” com classificação entre 311º a 350º colocados; “Professor Titular de Ensino Fundamental (40 vagas)”, com classificação entre 237º a 276º colocados; “Professor Titular de Educação Especial (02 vagas)”, com classificação do 21º ao 22º colocados.

Os professores devem comparecer à sede da Secretaria na próxima terça feira (25/03), nos seguintes horários: as 9h00 os Professores Titulares de Educação Infantil; 11h00 os Professores Titulares de Ensino Fundamental e Professores Titulares de Educação Especial.


A Secretaria de Educação é localizada à Rua João Vagnotti, 40, Centro – Itaquaquecetuba.

segunda-feira, 17 de março de 2014

O cineasta Cláudio Assis procura atores para seu novo filme

O cineasta Cláudio Assis procura atores para seu novo filme

O diretor Cláudio Assis deu o start da produção de seu novo filme, Big Jato, versão em imagens do recente livro homônimo do escritor cearense Xico Sá. E para compor o núcleo de personagens, sua produtora Perdidas Ilusões está em busca de rapazes entre 18 e 25 anos para teste de elenco.
O longa , assim como o romance auto-biográfico de Xico, traz um retrato afetivo de uma juventude passada no Cariri (CE), protagonizado por um garoto que por anos acompanha seu pai, fã dos Beatles, na boleia de um caminhão, o “Big Jato”, em trabalhos pelo sertão.  Os interessados devem enviar e-mail para: elenco.bigjato@gmail.com

Fonte: Gira SP

Sesc-SP divulga processo seletivo para a contratação de Orientador Público

Sesc-SP divulga processo seletivo para a contratação de Orientador Público

Entre os dias 18 e 20 de março, o Sesc-SP receberá inscrições para a contratação de Orientador Público para atuar nas cidades de Bauru, Bertioga, Santos e São José dos Campos. Os interessados devem possuir Ensino Médio Completo, sendo desejável experiência profissional prévia em funções de atendimento ao público que envolvam orientações, esclarecimentos e prestação de informações da clientes externos.
O salário oferecido é de R$ 1.578,00 para jornada de 40 horas semanais ou R$ 686,00 para jornada de 20 horas, além de benefícios como assistência médica gratuita, plano de previdência privada, refeição subsidiada, vale transporte, seguro de vida e reembolso de Educação infantil para as funcionárias que possuam filhos de 0 a 6 anos.
Para ter acesso ao edital completo, clique AQUI.
As inscrições podem ser feitas a partir das 9h30 do dia 18 até às 17h do dia 20 de março AQUI e na página do Sesc clique em “candidatar-se” no período indicado acima.

Fonte: Gira SP

segunda-feira, 10 de março de 2014

Rotaracts Clubs da região atendem mais de 300 famílias em Itaquaquecetuba

Rotaracts Clubs da região atendem mais de 300 famílias em Itaquaquecetuba

Projeto realizado no bairro Pequeno Coração em Itaquaquecetuba atendeu 329 famílias no ultimo domingo (09/03)

No ultimo domingo (09/03), foi realizado o Projeto “4430 Transformando Vidas”, no bairro Pequeno Coração em Itaquaquecetuba, evento organizado pelos Rotaracts Clubs do Distrito 4430 (região do Alto Tietê, Guarulhos e Zona Leste de São Paulo). O objetivo do projeto foi proporcionar um dia de prestação de serviços, como palestras de saúde, higiene bucal, DST's, diabetes, planejamento familiar, educação alimentar, direito do consumidor, assistência jurídica, confecção de currículos, e recreação para as crianças.

Atendimento em sala de aula
De acordo com Paulo Victhor Bueno Costa, Representante Distrital de Rotaracts Clubs do Distrito 4430 “Quebramos tudo! Quebramos nossas metas estipuladas e alcançamos e superamos nossos objetivos! O Projeto foi um sucesso, foram 494 kits de alimentos arrecadados, sendo que foram distribuídos para 276 famílias no momento do evento e mais 53 famílias foram atendidas no bairro posteriormente, totalizando 329 famílias. Tivemos 14 palestras sendo oferecidas e 500 lanches distribuídos no dia, inclusive fizemos questão de encomenda-los da APAE Itaquaquecetuba e assim ajudar esta entidade”.

Para terem direito aos kits, as famílias tinham que participar de no mínimo três palestras, famílias com até 04 membros recebiam um kit, acima desse número de membros recebiam dois kits. No dia sobraram cerca de 100 kits de alimentos, que foram distribuídos entre os 16 Rotaracts presentes que serão encaminhados a outras instituições e projetos sociais.

Além dos Rotaracts que realizaram o projeto houve intensa mobilização da comunidade local. Rosalia Ely, da Comissão de Mulheres do bairro Pequeno Coração disse que “Esse projeto é muito importante para toda nossa comunidade, as pessoas daqui necessitam muito dessa ajuda. As palestras ajudaram muito os moradores conhecerem seus direitos, e os kits de alimentos vem contribuir com as famílias que necessitam de um amparo maior”.

A média do número de integrantes das famílias de acordo com o cadastro realizado era de quatro pessoas por casa, de acordo com os organizadores, eles calculam que a distribuição de kits chegou a mais de mil moradores do bairro.

Rotaractianos do Distrito 4430
Marcello Barbosa, presidente do Rotaract Club Itaquaquecetuba enfatiza os números do Projeto “Além de poder ajudar a comunidade, deixar o Pequeno Coração em evidência para o Poder Público e para a Iniciativa Privada, temos números incríveis, como a mobilização de 158 voluntários durante um domingo ensolarado com o mesmo objetivo de servir, quase 500 kits de alimentos arrecadados, 14 palestras diferentes, 329 famílias atendidas, ou seja nosso projeto impactou mais de mil pessoas.”

O Rotaract é um Programa Estruturado do Rotary International para jovens de 18 a 30 anos de idade, tem por objetivo a formação de líderes e o trabalho social em diversas comunidades do mundo. Nesta semana se comemorou a Semana Mundial de Rotaracts, pois no dia 13 de março o Programa Completou 46 anos de existência. O Distrito 4430 compreende 25 Rotaracts da região do Alto Tietê, Guarulhos e Zona Leste de São Paulo. O Rotaract Club Itaquaquecetuba foi o anfitrião do Projeto.


O evento contou com o apoio do Rotary Club Itaquaquecetuba, da EE Pequeno Coração, da Comissão de Mulheres do Bairro Pequeno Coração, da Associação de Moradores do bairro Pequeno Coração, da Policia Militar, do SAMU, da Guarda Civil Municipal (GCM), dos Supermercados Lopes da Reprosegc Despachante II.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Pitty escreve sobre Anitta e dá um tapa na cara do Machismo!

Após um ano sem publicar em seu Blog, "O Boteco" a cantora Pitty decidiu falar sobre o que as pessoas vêem comentando sobre a funkeira Anitta. Quem acha que vai ler críticas ácidas da roqueira à funkeira, está muito enganado, pelo contrário, Pitty saiu em defesa de Anitta e fez um belo discurso feminista.

Vale muito apena ler!

SEU CORPO É SEU

"Começou assim: alguém me avisou que Anitta tinha postado um trecho de uma música minha numa rede social. Depois me mandaram um link dela cantando Máscara ao vivo num show. Depois outro dela cantando Na Sua Estante. E eu achei divertidíssimo que alguém de um universo tão diferente estivesse ligada no meu som e reinterpretando-o a sua maneira. Isso já faz um tempo, e tudo o que eu sabia até então é que eu a tinha visto num clipe com uma fotografia massa. “Ah, é aquela menina do clipe bonito”, pensei. E o tempo foi passando, e as reações de algumas pessoas em comentários quando me mandavam os links começaram a me deixar intrigada-barra-preocupada. Geralmente meninas, e novas, com um discurso de “credo, essa menina cantando sua música, ela fica aí mostrando o corpo, sendo vulgar” etc, etc. Coisas desse tipo. Percebi que o que incomodava não era necessariamente o estilo, ninguém falava sobre mérito musical, cantou bem ou cantou mal, mas sim MOSTROU O CORPO. E até hoje, volta e meia alguém me escreve com esse papo. Sempre fui uma pessoa discreta, não curto expôr vida pessoal e nem sou afeita a ensaios sensuais; não por pudor, mas por sentir que a máquina patriarcal que opera esses mecanismos acaba sempre nos colocando como bibelôs à disposição- mesmo quando tenta nos convencer de que isso é exercer liberdade. Quando o fiz, procurei que fosse em um veículo no qual eu sentia que realmente esse exercício de liberdade estaria em primeiro plano. Enfim.

O que me deixou aflita e o que eu queria dizer para aquelas meninas que mandaram as mensagens é: NOSSO CORPO É NOSSO. Não deixe ninguém te dizer o contrário. Desfrute dele, assuma-o com a forma e tamanho que ele tiver, vivencie seu corpo- assumindo a responsabilidade que isso traz. Esse empoderamento é importante pra todas nós. Nós podemos usar a roupa que quisermos, podemos dizer o que quisermos, podemos ficar com quem quisermos, a hora que quisermos. Somos donas do nosso destino e estamos aqui para sermos felizes e nos sentirmos bem. O resto, meus amores, é só opressão.

Pra mim isso tudo é clichê de tão óbvio, mas achei que devia dizer. Um abraço carinhoso pra todas, suas lindas. E em tempo: um beijo, Anitta!".

Veja a Postagem original no Blog da Pitty: O Boteco

quarta-feira, 5 de março de 2014

Rotaracts Clubs da região realizam Projeto Comunitário em Itaquaquecetuba

Será realizado o Projeto “4430 Transformando Vidas” organizado pelos Rotaracts Clubs da região.

O Rotaract Club Itaquaquecetuba vai ser o anfitrião do Projeto “4430 Transformando Vidas”. É um Projeto do Distrito 4430 de Rotaracts Clubs, este Distrito compreende 25 Rotaracts Clubs espalhados pelo Alto Tietê, Guarulhos e São Paulo. A ideia do Projeto é promover um dia de prestação de serviços a comunidade, com atendimentos de saúde, palestras educativas e motivacionais, atendimento jurídico e outras atividades no bairro Pequeno Coração. O Projeto será realizado dia 09 de março de 2014, a partir das 9h30 na EE Pequeno Coração. Neste dia é esperada a atuação de 25 clubes da região ajudando na condução do projeto, cada clube vai organizar uma atividade social.

Além das ações citadas, serão distribuídos 300 kits com alimentos para famílias previamente cadastradas que participarem das salas e atividades.

Segundo Marcello Barbosa, Presidente do Rotaract de Itaquaquecetuba “Teremos diversas palestras com temas como Diabetes, empreendedorismo, montagem de currículos, atendimento jurídico, planejamento familiar, atendimento odontológico, aula de Street dance e recreação para as crianças”.

De acordo com Paulo Victhor Bueno Costa, que é o Representante Distrital de Rotaracts Clubs da região, “O Rotaract Club é um Programa Estruturado do Rotary International para jovens de 18 a 30 anos de idade. O Distrito 4430 é organização regional destes clubes. O objetivo do Rotaract é a prestação de serviços a comunidade e o desenvolvimento da liderança entre seus participantes possibilitando crescimento pessoal e coletivo.”


Curta a página do Rotaract Club Itaquaquecetuba

Céu Jardim Carolina - Sem Carnaval e Sem Céu

Clique na imagem para ampliar
Reproduzimos a seguir uma interessante matéria sobre a Praça da Juventude agora chamada de CÉU em Itaquaquecetuba. Esta matéria foi veiculada pela Revista Cidades Criativas

Em março de 2012 nosso Blog já havia noticiado este investimento do Governo Federal. Clique aqui!

Veja matéria na íntegra:

Céu Jardim Carolina - Sem Carnaval e Sem Céu

Armando Bueno

Itaquaquecetuba é uma cidade conhecida por sua rica tradição cultural e pelo passado marcado pelo apogeu político e econômico. Seu potencial artístico e cultural foi motivo de orgulho para antigas gerações e é um contínuo incentivo às gerações futuras. Musicistas, Poetas, Atores e Artistas de varias linguagens desenvolveram seus trabalhos nessa cidade que tem uma história de riqueza patrimonial e de talentos humanos voltados para as manifestações artísticas. No entanto o município carece de infra-estruturar para “o fazer” artístico cultural.

Mas em 2012, em dia “bissexto” – 29 de fevereiro – recebe do governo federal um convenio para a construção do Centro das Artes e Esportes Unificado – CEUs. Convenio esse no valor de mais de 2 milhões de reais, para construção e equipação de dois edifícios multiuso, dispostos numa praça de esportes e lazer: CRAS; salas multiuso; biblioteca; telecentro; cineteatro/ auditório com 60 lugares; quadra poliesportiva coberta; pista de skate; equipamentos de ginástica; playground e pista de caminhada.

O que seria a solução de um problema se mostra como sendo mais um dos nós vários sem solução desta gestão. Obra prevista para ser entregue a população no dia 05 de março próximo, mas se apresenta sem condições de atender a população e não apresenta indícios que será entregue no prazo. Sendo uma das prioridades para o setor, pois no inicio de 2013 fora fechada a Biblioteca Municipal Álvaro de Azevedo, sendo disposta somente uma sala para a mesma na Casa da Cultura, prédio este locado por mais de 10 mil reais mensais e que apresenta vários riscos ao bem estar dos jovens do município. Sendo transferidas as formaturas dos cursos para o CEMI, não havendo estrutura adequada para atender um público tão grande.


A Assessoria de Imprensa se pronunciou que havia encaminhado a demanda junto a Secretaria de Governo, mas até o fechamento dessa Edição não houve resposta do órgão.
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